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Adriana Cymes
3 de setembro de 2010, às 11:09

PISTACHE FINO

por Adriana Cymes

Nossa, to adorando tantas golden girls de repertório neste blog, estamos mais chics que a cor verde pistache, claro, somos douradas! Me apeguei aos posts de tonalidades de alimentos, primeiro foi o rosas com a Pink Lemonade, que é super pop e divertida. Agora vou dar uma receita verde pistache, que é mais chic e o sabor me agrada muito.

Bom, vou passar esta linda e saborosa receita do Brownie de Chocolate Branco com Pistache, da minha queridinha Leonor de Sousa Bastos. O próximo post será o meu merengue de morango com crocante de pistache, que é muito, mas muito chic, aguardem!

Brownie de Chocolate Branco com Pistache (para 12 pessoas):

140 g de farinha de trigo
50 g de maizena
140 g de pistaches
5 ovos
175 g de açúcar
320 g de chocolate branco
200 g de manteiga

Pré-aquecer o forno a 170ºC.
Untar uma forma retangular e forrar com papel vegetal.
Peneirar a farinha com a maizena.
Derreter a manteiga juntamente com o chocolate em banho-maria.
Bater os ovos com o açúcar até que fique uma mistura esbranquiçada e espumosa.
Misturar o chocolate derretido com a manteiga.
Incorporar as farinhas e os pistaches com movimentos suaves.
Cozer uns 45 minutos.
Deixar arrefecer antes de cortar em retângulos.

Adriana Cymes Regina Strumpf
3 de setembro de 2010, às 10:09

MEMÓRIAS RECENTES

por Regina Strumpf

A Carla Caffé é daquelas mulheres que atacam em todas as áreas e com muita competência.  Formada em arquitetura, desenha muito bem,  fez teatro e cinema.

Segundo o  site da Cosac & Naify: “Por quatro anos, editou no jornal Folha de S. Paulo a coluna semanal “Cidade nua”.

Seu trabalho Passagens, conjunto de desenhos de São Paulo, Nova York e Paris, foi exposto na IV Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. A série sobre São Paulo também ficou em cartaz na Pinacoteca do estado de São Paulo.

No cinema, trabalhou como diretora de arte nos longas-metragens Central do Brasil (Walter Salles, 1998), Bossa Nova (Bruno Barreto, 2000), ambos em parceria com Cássio Amarante, além do premiadoNarradores de Javé, de Eliane Caffé (2003). Também assinou materiais gráficos para os filmes Kenoma(Eliane Caffé, 1998), A Via Láctea (Lina Chamie, 2007) e Bodas de papel (André Sturm, 2006).

Sua primeira experiência no teatro foi ao lado de Antunes Filho, para depois integrar a Companhia de Ópera Seca. Fez, ainda, uma breve passagem pelo Teatro Oficina, dirigido por José Celso Martinez Corrêa.

Carla é autora dos livros Av. Paulista (Coleção Ópera Urbana; Cosac Naify e SESC edições, 2009) e São Paulo na linha, pela editora DBA (2000).”

Este é o currículo oficial, extra oficialmente é dona de um dos sorrisos mais fascinantes que eu conheço, casada com o lindo e competente Kiko Farkas,  mãe do Tom e da Clarinha. Ufa, não bastasse tudo isto veja os desenhos que estão  no Sesc Pinheiros, sobre as lembranças recentes de um Largo da Batata em Pinheiros, que não existe mais.  Importantíssimo para uma cidade que não tem memória.

Isto é só uma amostra,  por que o bonito é ver o painel inteiro, uma imagem seguida da outra, que deve ter uns 10m de comprimento.

Regina Strumpf :
2 de setembro de 2010, às 21:09

DIÁRIO DE UMA BABÁ DE ARTISTA

por :

Adriana Penna*

Em 1997, quando Erykah Badu veio para o Brasil se apresentar no Free Jazz Festival, eu trabalhei no palco que ela tocou. Foi o ano que ela lançou o clássico CD Baduizm, que ouvi até furar.

Ela linda, grávida, uma fofa de turbante e jóias exóticas.

Treze anos depois, muita água rolou e tive a chance de, trabalhando em gravadoras e festivais, recepcionar e cuidar de artistas que admiro. De Cut Chemist a Eric Clapton, dos Chili Peppers a Derrick Carter, de Asin Dub a Alanis Morissette. De mergulho na praia a tardes em churrascaria, de comprar CDs de música brasileira a passear no parque, tive a chance de mostrar um pouco do Rio pra essa galera.

Mas há seis anos abri uma empresa de conteúdo e quase não tenho mais tempo de trabalhar como produtora ou tradutora em shows.

Por isso, quando encontrei uma amiga que estava trazendo a Erykah no final de semana seguinte, para o incrível festival Back to Black, me ofereci para cuidar dela novamente, só de onda.

Uma semana depois, lá estava eu no aeroporto internacional, às seis horas da manhã, aguardando um vôo que ia atrasar quatro horas. Pensei com meus botões: pra que inventei essa moda?

O sentimento de arrependimento desapareceu assim que vi sair da sala de embarque Erykah, sua mãe Kollen Wright, uma figura incrível, cantora, atriz e super estilosa (Erykah começou sua carreira cantando com ela), sua filha Mars, de um ano e oito meses, sua assistente pessoal e a babá.

A estadia no Rio foi curta e na sexta ela não saiu do hotel. No sábado, antes do show, demos um rolê de carro pela praia, com direito a ela cantando para ninar a filha, uma parada no restaurante Vegetariano Social Clube (ela amou a limonada clorofilada de lá) e fizemos compras numa feirinha hippie que tem na Av. Atlântica. Erykah comprou redes, colares, cristais, como uma autêntica turista.

A produção dela para o show estava incrível: um vestido rodado Louis Vuitton e uma ankle boot altísstima. Seus cabelos oxigenados num clima moicano e dois mega brincos dourados, de raio.

Antes do show, ela ficou quietinha no camarim, aqueceu a voz, e ficou junto com as backing vocals para papinhos e brincadeiras.

No palco, Erykah é uma rainha. Se garante de cantar no pedestal o show inteiro, viaja com os grooves de sua super banda, vai pra galera e dá sinais de que não quer sair do palco. O show durou quase duas horas e foi impecável. Música da melhor qualidade.

Pós show, ela atendeu os fotógrafos, fez o social com a galera do evento e chamou para dentro do seu camarim cerca de 30 fãs.

Sentou-se numa cadeira no meio da galera, pediu um chá e, de calça de moleton e camiseta furada, ficou duas (!) horas conversando com eles, respondendo perguntas, fazendo outras. Eu olhava pra ela e perguntava, quer ir embora? E ela: não. Quero conhecer quem curte minha música no Brasil.

Saímos da Leopoldina três horas da manhã e nove da manhã já estávamos todos de pé, a caminho do aeroporto. Na hora da despedida, ela tirou um cristal de quartzo rosa de dentro do bolso, beijou a pedra e me disse, muito obrigada por ajudar a fazer a minha estadia no Rio tão feliz, finalizando com um abraço apertado.

De nada Erykah. Foi um prazer.

Erykah checa as fotos com o fotógrafo João Wainer, bate papo com Carlinhos Brown, meu momento tiete e com os fãs depois do show no camarim.

* Adriana Penna é uma das sócias da Predileta – produtora de comunicação que atua na criação de conteúdo, assessoria de marketing, curadoria artística, pesquisa de novas tendências e produção de eventos.

No canal Participação Especial cada post é escrito por um convidado. Os assuntos são os mais variados – de ecologia a cinema, de comportamento a ciência, de arquitetura a fotografia. Se você quiser participar, mande um e-mail para minas@minasdeouro.com.br, e o seu post também poderá ser escolhido!

: Ellen Kanamori
2 de setembro de 2010, às 05:09

TAVI AGORA COMO STYLIST

por Ellen Kanamori

Olha!
Fazia um tempinho q eu não ouvia falar da menina prodígio Tavi.
A gente achando q ela era sooo last season, engano nosso!
Ela pequenina só no tamanho, está toda espertinha como fashion stylist no editorial do September Issue, The Reinvention Issue, da revista Blackbook.

Eu que não sou super fã do estilo naive sobreposições dela, achei q o editorial funcionou mto bem!

O legal é perceber que as composições de looks é muito Tavi! Que máximo, ela já tem jargão próprio: This is soooo Tavi!

Ellen Kanamori Ana Strumpf
1 de setembro de 2010, às 12:09

BIG BOI

por Ana Strumpf

Outkast, de André Benjamim 3000 e Big Boi,  sempre fez um Hip Hop criativo e inteligente, sem dúvida é uma das minhas bandas prediletas. Não sei muito bem qual é o relacionamento da dupla, mas é bem polêmico e conturbado, a mídia está sempre especulando uma separação e os dois sempre negando. Bafos a parte, Big Boi (ainda integrante do Outkast) acabou de lançar seu aguardado álbum solo – Sir Lucious Left Foot… The Son of Chico Dusty. Não paro de ouvir, é maravilhoso. Confesso que sempre dei mais atenção para o André 3000, mas depois desse disco, amo os dois igualmente! Big Boi é um super rapper e sua música (assim como do Outkast) é uma mistura de sons e referências muito chic e bem humorada. Enfim, Sir Lucious Left Foot é pérola pop das melhores, indispensável para quem curte Rap. Não deixem de ouvir o disco inteiro, com muita atenção em todos os detalhes, do início ao fim, sem interrupção.

E para os que estiverem em NY nessa sexta-feira, vai rolar show no Brooklyn Bowl! 40 dólares, ta super valendo, alguém quer ir comigo?

Ana Strumpf Ellen Kanamori
1 de setembro de 2010, às 12:09

RAPONESA NO MINAS!

por Ellen Kanamori

Oi, eu sou a Ellen, ou melhor, a Raponesa. Sou nova aqui!
Fui convidada pela Clá e pela Aninha a participar do Minas. Já tive 3 blogs, mas nunca participei de um coletivo como este. Animei e aceitei!
Gostei do conceito, das matérias dos posts, das minas que escrevem e escreveram. Meio reunião de amigas! Que máximo!

Como esse é o primeiro post, vou me apresentar vapt vupt.

Para começar, o nick Raponesa foi uma longa história entre amigas que acabou virando um vídeo.

Vai nesse link aqui. E vê direto!

Esse vídeo foi feito para um concurso da revista Gloss para ganhar uma viagem para Londres!
Fui classificada entre as finalistas, mas não ganhei a viagem. Enfim, ficou o vídeo como lembrança.

Atualmente, moro em Los Angeles, mas em 2009 estava em San Francisco.
Decidi fugir de São Paulo para San Francisco, com o objetivo de imergir no conceito sustentável e green e possivelmente trazer esse background para a terra da garoa! Fiz curso de permacultura, aprendi a fazer um lixo compostável, tive minha hortinha na community garden, não tinha carro, eu tinha bike, tomava kombucha todos os dias, fazia yoga e cleanse, trabalhava num restaurante de peixe sustentável, enfim todas as minhas experiências foram postadas no blog Raponesa Green.
E vi q SIM! dá para mudar muita coisa em São Paulo!

Mudei no começo de 2010 para LA, abri minha online vintage e recycle clothing store, a DELICIA MODAS, sou buyer de um brechó nos Jardins em São Paulo e faço freelas de planejamento  e pesquisa para agências de publicidade e comunicação.

Aqui nada de ser eco-chata ou ser miss universo de querer world peace! Nós vamos direto ao ponto!

Welcome to the Raponesa World!

Ellen Kanamori Maria Montero
30 de agosto de 2010, às 20:08

“SEM TÍTULO”

por Maria Montero

Acho que era março quando a Aninha Strumpf me convidou para ser uma Mina. Na época escrevi um post gigante todo comovido me apresentando.O post ficou aqui quieto, armazenado até a hora certa. Que chegou!

O tempo passou e o momento não poderia ser mais propício para esse novo desafio/exercício.

Momento propício por vários motivos: São Paulo está agitada em vésperas de Bienal. Se recuperando daquela última do vazio, um tanto deprimente, esse ano ela vêm com nova gestão e com uma bela verba captada (dá pra ver acessando o site do Minc e dando uma busca em 29ª Bienal).

Mais que a Bienal em si, que só vai dar pra falar depois de ver, bom mesmo é que vão rolar mil coisas paralelas e uma circulação intensa de gentes das artes. Todo mundo mega pilhado com os acontecimentos culturais da cidade.

Eu mesma estou envolvida em 4 ou 5 coisas, sendo uma delas um projeto daqueles transformadores, que agitam tudo lá dentro e vou adorar contar tudo aqui (logo mais).

Outra coisa boa é que estou, no meio de tudo, também mergulhada na minha graduação na PUC (em Arte: História, Critica e Curadoria), fato que abriu uma nova porta mental dentro do cérebro e estou vibrando.

A aula de estética é do grande Peter Pál Pelbart, não vou conseguir descrever nem ele nem a força dessa aula agora. Guardo esse assunto para depois.

O fato é que está tudo reverberando em mim.

Seu último conselho foi que adotássemos nas nossas vidas a prática diária da escrita, além, claro, de sempre ler literatura.

Ando viciada nas leituras faz tempo, quase leio embaixo do chuveiro. E começo aqui, ao vivo e a cores no Minas de Ouro, meu compromisso com a escrita.

Um pouco aqui e um pouco acolá, que os meus projetos também precisam de mim. E as palavras vão ter que se multiplicar magicamente por que tem MUITO pensamento para organizar!

By the way, aquele post de apresentação passou da data de validade, mas no próximo post eu coloco os highlights!

Até breve.

PS: E para inaugurar a minha vida no mundo virtual (Sim! Essa é a primeira vez que escrevo num blog) apresento o SENSACIONAL vídeo do artista André Sicuro, que estará em São Paulo para o incrível projeto que vocês vão conhecer logo mais.

Maria Montero Gisela Gueiros
30 de agosto de 2010, às 18:08

BOLINHA AMARELA

por Gisela Gueiros

Além de ser uma ilha onde ‘tudo’ acontece primeiro, com alguns dos melhores museus do planeta, os restaurantes mais incríveis, lojas ótimas e gente do mundo todo… Nova York ainda arruma espaço – fora da ilha, no Queens – para ciceronear um dos torneios de tênis mais importantes da face da terra. Por isso que a gente ama NY, mesmo com todos os defeitinhos que ela tem!

E agora que o U.S.Open 2010 começou, o assunto tênis domina os jornais, revistas e sites. Hoje tem dois artigos muito bons no New York Times sobre o tema, mais especificamente sobre Rafa Nadal – que não é tão tudo-no-mundo como Roger Federer, mas é ídolo querido mesmo assim, né?

O primeiro é uma enquete interativa. Vídeos diferentes (em inglês) mostram o ponto de vista de dois jornalistas – o Point e o Counterpoint. No Point, Lynn Zinser acredita que Rafa não precise ganhar o U.S.Open – o único aberto de tênis que ele nunca conquistou – para ser um dos maiores da história. Já no Counterpoint, Thomas Lin acha que não ter este título deixa um buraco na carreira do espanhol. Depois de assistir aos vídeos você pode votar. Clique aqui. Por enquanto o Point está ganhando, com 67% dos votos.

Outro artigo fala de Nadal entrando para a história do tênis, como um dos maiores de todos os tempos e sobre o fato de ele não gostar desse tipo de comentário. Rafa se acha muito jovem para ser comparado com os grandes. Mas com todas as qualidades dele fica difícil não fazer tais comparações… Leia na íntegra aqui.

Nadal, Nadal, Nadal e mais Nadal. Por último, uma foto de Federer chorando, depois de perder para Nadal. De cortar o coração…

Gisela Gueiros Stephanie Choate
30 de agosto de 2010, às 13:08

CURTAS DE GRIFE

por Stephanie Choate

Capinha de iPad de grife, penduricalho de celular de grife, pochete de grife, tatuagem removível de grife e… curta-metragem de grife. Se Dior, Louis Vuitton, Gucci e Chanel têm supérfluos grifados, porque não anunciar comme it fault?

Nomes do big-screen como Sophia Coppola, Zoé Cassavetes, Frank Miller e Martin Scorcese são as escolhas das marcas para dirigirem propagandas à la curta-metragem: oscar-winners atuando, trilhas importantes, direções de arte dramáticas e ah, é claro, o produto anunciado.

Sophia e sua estética Paris+PastelColors (hello Maria Antonietta?) são o tema da campanha do perfume Miss Dior Chérie, com a top Marina Linchuck, e a musa Brigitte Bardot cantando “Moi Je Joue”.

Zoé Cassavetes faz um teaser da coleção LV by Marc Jacobs e propõem um esconde-esconde fashionista em Londres.

Frank Miller mantém o espírito Sin-Cityniano em black-and-white e convoca Rachel Evan Wood e Chris Evans para protagonizarem o ad do perfume Guilty by Gucci com soundtrack de Friendly Fires. O comercial tem quê de cinema, com direito à première no intervalo do MTV Music Awards neste próximo dia 12 de Setembro.

E, last but not least, Martin Scorcese surpreende com o ator francês Gaspard Ulliel, trilha Rolling Stones e cenas à la Antonioni (oi Blow Up?) no comercial todo-azul para o perfume Bleu de Chanel.

Stephanie Choate Ana Strumpf
30 de agosto de 2010, às 11:08

HARLEM TOILE

por Ana Strumpf

Ontem fui ao Harlem – bairro da cultura negra de NY – pela primeira vez, passeio clássico! Fiz tudo: fui no mercado de produtos africanos (mas achei meio caído), comi um brunch no Sylvia’s (famoso restaurante de Soul Food), vi igrejas lotadas e o lendário Apollo Theater, foi demais! As negonas são incríveis mesmo, né? E domingo, para minha sorte, é o dia que elas usam seus melhores vestidos.

A melhor garimpada do dia foi na lojinha do Studio Museum Harlem. Comprei duas fronhas lindas, da estampa Harlem Toile, feita pela famosa decoradora americana e moradora do Harlem Sheila Bridges. Ela fez uma releitura do eterno Toile de Jouy, só que, ao invés de cenas campestres, ela estampou a cultura negra contemporânea. Além das fronhas, tem o jogo de lençóis completo, papel de parede (sonho de consumo), copos, pratos e até poltrona. Amei!

A estampa:

Os produtos:

Destaque para o papel de parede (e pra cadeira, espetacular, se alguém souber de onde é, me avisa por favor!):

E para os pratos também, lindos, né?

Ana Strumpf Gisela Gueiros
29 de agosto de 2010, às 20:08

OLHAR

por Gisela Gueiros

Como já escutei dizer que o Chico Buarque cursou a FAU – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP – e que o trabalho de graduação de uma aluna foi um jantar para sua banca, sempre tenho a impressão de que quem estuda na FAU é multi-talentoso. E a Manu Costa Lima (guardem este nome!), minha amiga querida, confirma essa teoria. Ela ainda não se formou, mas além de arquiteta-to-be é estilista e fotógrafa.

A Manu acabou de chegar de uma viagem incrível pela Europa, onde fez paradas estratégicas em lugares como a Finlândia para ver de perto alguns projetos de Alvar Aalto. Segue aqui embaixo uma breve seleção dos cliques dela. Para ver mais, visite o Flickr da Manu. É o máximo!

Perguntinha que não quer calar: será que o Chico daria um bom arquiteto?

Gisela Gueiros Adriana Cymes
28 de agosto de 2010, às 21:08

PORCELANAS NA LIBERDADE

por Adriana Cymes

Por Paty Moll Novaes

Hoje acordei engajada para ir na Liberdade fazer compras de louças para minha casa. Acabei de voltar de férias com uma lista de coisas que estão faltando – só assim para conseguir parar para pensar. Que perigo, tive que me controlar. Mas fiz boas aquisições: pratos azuis listradinhos e xadrezinhos e combuquinhas floridas! Adoro comer que nem os orientais, tudo na cumbuca! Já tinha algumas porcelanas de lá e voltei para comprar mais em estampas diferentes! é uma delícia, dá para montar mesas com composições incríveis!

Bom agora vamos aos endereços. A melhor loja de todas é a Tenman-Ya, que fica na Rua Dos Estudantes, 19, na frente da Bakery Itiriki. Lá tem a maior variedade e as louças mais finas. A Hime-Ya, na Rua Galvão Bueno, 54 e 60, também é ótima. Lá tem uns conjuntinhos maravilhosos de chaleira com xícaras ou copinhos que te inspiram a convidar as amigas ou sua avó para tomar um chá fino em casa, rs! Na Pomona, ali do lado, também na rua Galvão Bueno, 174, tem pratos de melamine, aquela resina que parece plástico, bem mais leve, com aquelas estampas clássicas de restaurante chinês. Além das porcelanas, lá você encontra bugigangas de todos os tipos! espadas de samurai, biombos, luminárias japonesas, leques, panelas de arroz, garrafas térmicas, tupperwares, bonsais e etc. Uma hora desfoquei e quase comprei este casal de japs orientais velhinhos que era a coisa mais fofa do mundo!!

Adriana Cymes Ana Strumpf
27 de agosto de 2010, às 18:08

I HEART KEITH

por Ana Strumpf

Quem ainda não foi na exposição do Keith Haring em SP (no Caixa Cultural, até 05/09), tem que ir já, tá maravilhosa! Sou super fã do cara (eu e a torcida do Corinthians, né?!). Desde então, estou louca atrás de um produtinho dele pra usar e reviver os anos 80 da maneira mais pop e gostosa que existe (eu tinha uma camiseta linda quando era pequena, mas se perdeu em algum buraco da vida, já até postei aqui). Fazia tempo que não via nada interessante (fora as agendas, posters e calendários de lojinha de museu), mas para minha felicidade, essa semana me deparei com lindas camisetas da Urban Outfitters e chocantes acessórios da Patricia Field, todos Keith Haring. Adivinha? eu quero, claro! O difícil vai ser escolher… Tem lenços, carteiras, brincos, bolsas e camisetas, um produto mais incrível que o outro!

Camisetas Urban Outfitters

Acessórios Patricia Field

Se joga! Para usar ouvindo: Beat Bop – Rammellzee + K-Rob (capa linda do também grafiteiro que pintou NY nos anos 80 e era amigo do Keith – Jean Michel Basquiat)

Ana Strumpf Adriana Cymes
27 de agosto de 2010, às 12:08

OLD FASHIONED PINK LEMONADE

por Adriana Cymes

Nossa, aqui em São Paulo está fazendo o maior calor e o tempo anda muito seco. Achei uma boa idéia passar a receita de um drink que eu amo e é muito refrescante – a Pink Lemonade.

Entrei no Google para pesquisar um pouco sobre a Pink Lemonade e descobri que esta bebida não é tão old fashioned como eu pensava. O que ela é, na verdade, é mega tendência! Essa limonada tem um tom rosa pastel que está super na moda – tem esmalte, batom e também cup cake. Existe até sabor Pink Lemonade! Madeleines, sorvetes, fogões, geladeiras (Smeg, adoro, sonho de consumo!), balas wonka, vitamina C, tênis Nike… Não tem fim, é uma loucura a quantidade de produtos no mercado que têm essa cor. Mas, para mim, o melhor achado foi a vodka Burnett`s.

Ingredientes
 Suco de 5 limões
 ½ xícara de açúcar
4 xícaras de gelos
 3 xícaras de água
 ½ xícara de suco de cramberry

Modo de preparo

Em uma jarra misture todos os ingredientes, sirva bem gelada

P.S: Desculpa a quantidade de fotos, mas o mundo Pink Lemonade é um editorial!

Adriana Cymes Gisela Gueiros
26 de agosto de 2010, às 14:08

MARINHEIRO SÓ

por Gisela Gueiros

Listras nunca entram na moda porque, na verdade, nunca saem dela…! O que acontece, parece, são umas ondas mais listradas que outras. E em Nova York, neste momento, elas estão por toda parte.

Vocês já conheceram alguém que não gosta de listras? Tenho a impressão – talvez errada? – de que elas são um pouco como camisa branca e All Star Converse, ficam bem em homens e mulheres, crianças e bebês, hippies e peruas, heteros e pan-sexuais. E digo mais, acho que se reuníssemos as roupas listradas aqui de casa, incluindo as dos bebês que ainda não chegaram, os modelitos listrados empatariam com os lisos em quantidade. Uma paixão…

Algumas inspirações abaixo:

Roupa de bebê para a neve – Mini Boden US$ 62

Camiseta de manga comprida – H&M US$ 14,95

Malha masculina – J.Crew US$ 215

Mala de rodinha – Rimowa US$ 550

Bolsa tipo carteiro – Proenza Schouler US$ 1,595

Ceroula para os rapazes – Uniqlo US$ 19

Gisela Gueiros Clarice Reichstul
26 de agosto de 2010, às 01:08

LAYOUT NOVO

por Clarice Reichstul

Depois de meses de vai e volta, finalmente, ufa!, temos um layout novo no Minas!! Eeeeeee! Foi meio casca, indas e vindas de designer e programação, ainda estamos nos adaptando ao novo, com alguns bugs a serem resolvidos, mas, enfim, andando. Das vinte mil coisas legais do novo layout, a que eu mais amo é que, agora, a cada reload de página, muda a estampinha do topo. É o máximo da frescurite, mas eu amei, ahahaha!

Como as coisas estão um pouco instáveis, assim que a gente deixar tudo nos trinques eu aviso. E, daqui a pouquinho, vem gente nova… Mais três minas!

Clarice Reichstul Ana Strumpf
25 de agosto de 2010, às 19:08

DFA NO HUDSON HOTEL

por Ana Strumpf

Gente, dica ótima da minha amiga que entende tudo de música, Adriana Penna. Se você está ou pretende vir para NY no próximo mês, e curte o som do selo DFA – LCD Soundsystem, The Juan Maclean, Black Dice, Hercules & Love Affair, entre muitos outros – não pode deixar de ir pelo menos uma noite. Toda quarta (a partir de hoje, até 22 de setembro, das 21hs a meia noite) os artistas da DFA, farão um dj set no bar do Hudson Hotel. Música boa, de graça e com um free drink, muito legal! Dia 15/09 quem discoteca é o meu queridinho James Murphy, fundador do selo e líder do LCD Soundsystem, os sets dele são sempre pop e incríveis, irei com certeza! Fora que o Hudson é um programa que só ele já vale a pena, projetado pelo famoso designer e arquiteto philippe starck, o hotel já é um clássico da cidade, super divertido.

Ana Strumpf Gisela Gueiros
25 de agosto de 2010, às 14:08

DOCES POP

por Gisela Gueiros

outro dia, assistindo a um ensaio dos doces bárbaros de 2002 no youtube, escutei uma frase do caetano que eu adorei – “pop é gostar das coisas”. ele disse isso logo depois do gilberto gil falar que gosta de sandy e junior. ou melhor, que “aprendeu a gostar de certas coisas [sandy e junior]“. em homenagem à frase dele, fiz uma seleção de músicas que amo e que exigem um certo não-preconceito, uma postura pop… divirtam-se porque pop é clássico!

ps: o clipe de toxic da britney é impagável, mas a sony não deixa o youtube emprestar pra gente… é só escrever lá britney toxic que dá pra assistir o clipe em si.

Gisela Gueiros Sandra Soares
25 de agosto de 2010, às 13:08

O VERDADEIRO CHEESECAKE

por Sandra Soares


quando me deparei com estes bolos de casamento feitos de queijos sobrepostos, logo imaginei que eles seriam coisa de francês. afinal, os franceses vivem repetindo que há em seu cardápio uma variedade tão grande de queijos que é possível experimentar um diferente a cada dia do ano! bem, na verdade, a invenção é de três ingleses que se auto-intitulam “artistas do queijo” e são donos de uma empresa chamada the cheese shed. pensando bem, as fromageries francesas já apresentam pilhas como essas há séculos, para fins de exibição e armazenamento, né? só que sem florzinhas… por mim, tudo bem. camemberts e bries legítimos podem vir sem enfeites!

Sandra Soares Stephanie Choate
24 de agosto de 2010, às 20:08

MOOD NAILS

por Stephanie Choate

a moda do anel do humor ficou nos anos 80, com todas as cafonices-astrológicas que lhe pertencem. mas sempre existe alguma empresa disposta a reavivar a memória-inútil perdida. é o caso da in the mood:

são seis esmaltes que mudam de cor basicamente pelas diferentes temperatura do corpo, mas em bom “ciganês”: de acordo com o seu “humor”.

tomou um milkshake? mudou. pegou um metrô lotado (e quente)? mudou. tomou banho frio na hora do rush do clube? mudou. simples – e bipolar – assim.

mas não espere variações drásticas, nem cores discretas. em tons de verde-jade-chanel ao hot-orange (passando por lilás e pink), a cor sem ao menos qualquer sinal de mudança, já indica o seu humor: cafona o bastante para usá-lo.

Stephanie Choate