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Ana Strumpf
30 de abril de 2009, às 23:04

felipe da semana – dia do trabalho

por Ana Strumpf

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foto: felipe morozini

Clarice Reichstul
30 de abril de 2009, às 18:04

post nada a ver da semana: kate perry – waking up in vegas

por Clarice Reichstul

eu não sou particularmente fã da kate perry, acho ela meio alternativa fake. ela não me convence. mas esse video, dirigido pelo joseph kahn (diretor mega pop, womanizer da britney é dele assim como love game da lady gaga), é uma delícia, acho que se um dia eu for parar em las vegas, eu queria algo assim. reparem no par dela, é o nerd nº 1 das propagandas dirigidas pelo coletivo traktor

Clarice Reichstul
30 de abril de 2009, às 17:04

familia ovo

por Clarice Reichstul

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você conhece a familia ovo? é uma marca de roupas infantis, para até 4 anos, lá de recife. já faz algum tempo que sou fã, as roupas são coloridas, com milhares de temas diferentes, fofas sem serem foforruchas. aliás, como disse uma amiga minha hoje no almoço: “já reparou que as coisas para bebês são fofas e medonhas? elas não são fofas e bonitas!”. nossa, isso é a mais pura verdade! as pessoas confundem beleza com fofura, fazem tudo muito inho (fofinho, bichinho, azulzinho, tchutchuquinho) e esquecem que produto, além de funcional, tem que ser bonito.

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enfim, a familia ovo faz parte do estúdio zero, que funciona numa fábrica desativada na periferia de recife junto com um estúdio de som e uma produtora de filmes. são designers, estilistas, arquitetos, químicos e outros fulanos juntos criando estampas, tecidos, roupas (eles tem uma estamparia de tecidos lá!) super lindas, de qualidade e personalidade. outra coisa super bem sacada, é que além das roupas, eles também produzem lençóis, mantas e outros.

o melhor é que eles tem uma loja virtual, com tudo explicadinho, tabela de tamanhos e tudo o mais e entregam para todo o país. um único problema é que a única forma de pagamento é visa, mas enfim, não é o pior dos problemas, né?

Adriana Cymes
30 de abril de 2009, às 16:04

eu adoro pinhão

por Adriana Cymes

eu adoro pinhão, toda segunda quinzena de março, costumo ir no mercado de pinheiros para comprar a primeira safra, eles ainda são bem novinhos e macios, delicia.

esse final de semana farei o bufê de um casamento em visconde de mauá, e lá, o pinhão faz super parte da programação turística. em breve terá um concurso gastronômico, onde um monte de chefes bacanas serão jurados dos chefes da cidade.

pegando todo esse gancho, sugiro uma receita com a cara de visconde de mauá, um super acompanhamento para carnes bem molhadinhas e suculentas, como picadinho na cerveja preta.

ingredientes
1 kg de pinhão cozido e descascado
1 colher de chá de folhas de tomilho
30 g de manteiga
100 g de cebola picada
1 dente de alho picado
sal
pimenta do reino

modo de preparar

processe o pinhão no liquidificador, mas não bata muito, só pra ficar com uma cara de farofa.
derreta a manteiga e junte a cebola, quando murchar e ficar levemente amarelada, acrescente o alho.
quando o alho soltar o seu perfume, coloque o pinhão processado, e doure por uns cinco minutos a fogo baixo.
tempere com sal, pimenta do reino e o tomilho.

gente é muuuuiito bom!!!!!!!

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este descascador de pinhão é uma otima dica

Gisela Gueiros
30 de abril de 2009, às 11:04

adão e eva

por Gisela Gueiros

a dani fez um post nesta terça-feira (28/04) sobre uma instalação da sophie calle, que vai estar no sesc pompéia neste ano por conta do ano da frança no brasil. gente, não pode perder essa exposição!

antes de ir pra nossa terrinha, o trabalho ‘prenez soin de vous‘, que foi feito especialmente para o pavilhão francês da bienal de veneza em 2007, está em nova york, na galeria paula cooper. fui lá conferir e amei de paixão.

como a dani já contou, para digerir um email pé na bunda do namorado, a libriniana sophie calle convidou 107 mulheres para interpretar, dançar, cantar, comentar e dissecar a tal da carta. no time das leitoras tem bailarina, clown, advogada, juíza, taróloga, professora, psicóloga, a mãe da artista e até um papagaio fêmea. a professora, por exemplo, corrige os erros de gramática enquanto a clown fica felicíssima com o fato de que o email tem dois pares de parênteses e boceja muito no vídeo, achando a carta monótona…

outra curiosidade é que o namorado, autor do email que originou o trabalho todo, é um escritor. e em seus livros grégoire bouillier, que é um gato, escreve sobre relacionamentos.

no livro the mystery guest bouillier fala do dia que conheceu sophie calle, na casa dela em sua festa de aniversário. o livro é dividido em quatro partes – telefonema, preparação, festa e o que aconteceu depois. estou louca pra ler… em report on myself, bouillier conta sobre sua vida, perdas e amores. o autor nasceu na algéria e se mudou pra frança ainda pequeno.

devia ser um casal bem interessante, né? mas sem o fim deste namoro não existiria a instalação ‘prenez soin de vous’… então tá tudo certo!

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(fotos da instalação, a capa do livro dele, sophie calle e o ex-namorado gato grégoire bouillier)

Ana Strumpf
30 de abril de 2009, às 01:04

lego land 2

por Ana Strumpf

desde o post lego land da teka, só penso nesse brinquedinho, em como ele ta na moda, ou melhor, como nunca sai de moda.

ela mostrou imagens dos incríveis acessórios do desfile primavera/verão 2009 de jean charles de castelbajac. tem que ver o video que a marca fez, uma animação da passarela feita com o brinquedo…


JCDC VS LEGO from Four H on Vimeo.

na mesma onda, a marca dee and ricky é a especialista em acessórios de lego. a dupla fez as fivelas  e gravatas borboletas para  marc by marc jacobs (teka já mostrou). eles tem coleção própria, bem simples e bonita, volta e meia vejo artistas, como kanye west e takashi murakami, usando o lindinho broche de coração.

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ah, e pra quem nunca viu ou ficou afim de ver de novo, o clipe do white stripes dirigido pelo michel gondry:

Clarice Reichstul
29 de abril de 2009, às 15:04

bichos gentis

por Clarice Reichstul

time-lapse da pintura de um painel, feito pelo designer gráfico  phil lumbang, quase que uma continuação do post anterior, fofo, mas não foforucho, dá vontade de ter num quarto de criança… (via boingboing)

Adriana Cymes
29 de abril de 2009, às 15:04

torta de chocolate com framboesa

por Adriana Cymes

o gaton chegou ontem em casa com flores e ingredientes para fazer um jantarzinho romântico. como sempre, estava delicioso.

franguinho lemon pepper com quiabo bem grelhadinho na manteiga e cogumelos. já tiramos a foto, então em breve a receitinha, só estou esperando ele me enviar todas as informações.

enquanto isso não acontece, sugiro uma  sobremesa que  acho muito gostosa e super  fina.

torta de chocolate com framboesa. a receita original e da donna hay, a martha stewarts australiana. na minha opinião, ela revolucionou o editorial de fotografia dos  livros de gastronomia nos anos 90. além disso, ela sempre da umas dicas incríveis de cardapios, gosto muito do trabalho dela.

ingredientes:
400 gramas de chocolate meio amargo
400 gramas de manteiga
6 ovos
1 xícara de açúcar
1 ½ xícara de farinha de trigo
1 xícara de farinha de amêndoa
1 colher de sopa de fermento
400 g framboesa congelada

modo de preparar:

bata os ovos com o açúcar até dobrar de volume
derreta a manteiga com o chocolate em banho maria
junte a farinha, o fermento e a farinha de amêndoas e peneire
acrescente no chocolate as farinhas e o fermento
junte os ovos
metade da framboesa
coloque em uma forma de fundo removível e forrada com papel manteiga, untada com manteiga e polvilhada com açúcar
coloque as framboesas por cima e asse em forno médio
ela deve ficar levemente mal assada, para depois de fria ficar cremosa

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Clarice Reichstul
29 de abril de 2009, às 15:04

how to make a baby + graffiti archaeology

por Clarice Reichstul

esse video fofo, que usa uma técnica de animação chamada pixilation, tem rodado a web, fazendo muita gente sorrir. depois de ver o video e achar legal, fui descobrir que o pai, cassidy curtis, faz parte de um projeto lindo, chamado graffiti archaeology, que eu conheci a algum tempo atrás. o site, acompanha através dos anos o desenvolvimento dos graffitis em algumas paredes clássicas em diferentes cidades. é como se alguém fotografasse o beco da vila madalena de tempos em tempos, registrando as mudanças nos muros. o graffiti archaeology faz isso, com a ajuda de diversos fotógrafos em diferentes pontos dos estados unidos. sempre paguei um pau para essa capacidade americana de preservar e registrar a história contemporânea, que passa bem debaixo do nosso nariz.

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Gisela Gueiros
28 de abril de 2009, às 20:04

multiuso

por Gisela Gueiros

olha que sorte – fui ao metropolitan museum ver a exposição the pictures generation 1974-1984 sem saber que o roof ia ser aberto exatamente hoje. durante todo o verão – até 25 de outubro, se o clima permitir – o ‘telhado’ do museu vai estar tomado por uma escultura complexa e gigantesca de roxy paine, que parece uma árvore, mas pode ser também uma espécie sistema nervoso. os troncos, ou veias, estão espalhados por todo o espaço e os visitantes andam pelas ramificações, que têm como cenário o skyline de manhattan.

conheci o trabalho do roxy paine pela primeira vez em 2007, quando vi uma instalação feita por ele no madison square park. eram árvores de aço inoxidável espalhadas pelo parque entre as outras de verdade. lindo demais.

fora isso, vale gastar tempo na the pictures generation. são obras dos anos 70 e 80 que já viraram clássicos – como as apropriações de sherrie levine, richard prince e louise lawler, as frases de barbara kruber, algumas fotos da série film stills de cindy sherman, além de john baldessari, laurie simmons e david salle.

ah!, e claro, se for ao met, aproveite pra dar um pulo em alguma das outras alas do museu – seja grega, egípcia, africana, asiática, contemporânea… é sempre uma ótima aula.

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Clarice Reichstul
28 de abril de 2009, às 15:04

jaguadarte

por Clarice Reichstul

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o jaguadarte é um poema nonsense de lewis carrol, que aparece no livro alice através do espelho, que é um dos meus favoritos da vida. o título original é jabberwocky (que também é o título de um filme do monty python, também em homenagem ao poema).

o poema é um dos grandes testes para qualquer tradutor, assim como guimarães rosa e james joyce, lewis carrol inventou quase todas as palavras do poema, que é considerado o maior poema nonsense da língua inglesa (ui!). ainda bem que a tradução para o português é do augusto de campos, senão, vai saber o que o monstro ia virar? sim, porque o jaguadarte é um monstro, uma criatura terrível, com olho de fogo, um horror!

mas porque um blog sobre coisas de criança tem um nome de monstro? ah, porque monstro é legal, ora bolas! se fosse tudo muito fofinho a gente morria de diabetes.  vamos ao poema:

jaguadarte

era briluz.
as lesmolisas touvas roldavam e reviam nos gramilvos.
estavam mimsicais as pintalouvas,
e os momirratos davam grilvos.

“foge do jaguadarte, o que não morre!
garra que agarra, bocarra que urra!
foge da ave fefel, meu filho, e corre
do frumioso babassura!”

ele arrancou sua espada vorpal
e foi atras do inimigo do homundo.
na árvore tamtam ele afinal
parou, um dia, sonilundo.

e enquanto estava em sussustada sesta,
chegou o jaguadarte, olho de fogo,
sorrelfiflando atraves da floresta,
e borbulia um riso louco!

um dois! um, dois! sua espada mavorta
vai-vem, vem-vai, para tras, para diante!
cabeça fere, corta e, fera morta,
ei-lo que volta galunfante.

“pois entao tu mataste o jaguadarte!
vem aos meus braços, homenino meu!
oh dia fremular! bravooh! bravarte!”
ele se ria jubileu.

era briluz.
as lesmolisas touvas roldavam e relviam nos gramilvos.
estavam mimsicais as pintalouvas,
e os momirratos davam grilvos.

- tradução de jabberwocky de lewis carroll por augusto de campos

Ana Strumpf
27 de abril de 2009, às 18:04

nike + nylon = eu quero!

por Ana Strumpf

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o tênis que  mais uso lançou nova linha em parceria com a revista que mais gosto. o modelo é o classico dunk high, vem em cinco cores chocantes e é feito de… adivinha? nylon, claro.

vejam o video fofo.  making of do editorial  de abril que já está nas bancas. da pra ver todas as cores, muito lindos!

não sei se é por que coleciono faz tempo ou por que é muito boa mesmo, mas em tempos de revistas supermegahyperultra caras,  a nylon é a única que continuo comprando todo mês, religiosamente. i love nylon.

Clarice Reichstul
27 de abril de 2009, às 18:04

eric carle e o museu de ilustraçoes de livros infantis

por Clarice Reichstul

lagartinha

eric carle é autor e ilustrador de livros infantis. este ano, seu livro mais famoso, the very hungry caterpillar, completou 40 anos da primeira edição.suas ilustrações misturam aquarela, recortes e cores muito fortes e lindas.

há alguns anos, para celebrar e documentar o trabalho de ilustradores de livros infantis, ele criou em amherst, massachussetts (eua), o eric carle museum of picture book art. lá são organizadas exposições dedicadas a ilustradores, artistas e escritores, tem uma biblioteca com mais de 3000 títulos a disposição dos visitantes, uma grande oficina, onde crianças e pais fazem workshops ligados as exposições permanentes e temporárias do museu.

aqui no brasil, achei dois livro de eric carle lançados até agora: o devagar, devagar, bem devagar, pela brinque-books, em 2005 e a joaninha rabugenta, pela nova fronteira. os dois livros valem a pena como entrada no universo do autor. alô companhia das letras, alô cosacnaify,  alô girafinha, vamos publicar a lagartinha aniversariante?

Gisela Gueiros
27 de abril de 2009, às 02:04

traça

por Gisela Gueiros

uma das coisas preferidas de quem mora em nova york é falar sobre a possibilidade de escapar da cidade. no primeiro dia de calor do ano, fomos passear em uma das minhas livrarias favoritas, a idlewild – especializada em livros de viagens. a ideia era escolher o destino para as próximas férias. a indecisão foi tanta, que saímos de lá com um mapa-mundi (daqueles que são de cabeça pra baixo, com o brasil na parte superior direita).

a idlewild é organizada geograficamente. uma parte para cada continente. além dos guias de viagens, tem também um pouco da literatura cada país. na ala brasileira, por exemplo, estávam machado de assis, jorge amado e ruy castro.

no fim, enturmei com o dono da loja, david del vecchio –  muito simpático por sinal – e ele deu sugestões de livros sobre ny para os leitores do taxi amarelo. anotem aí! o primeiro foi o romance policial lush life, de richard price, que se passa no lower east side de manhattan. depois, o guia inside the apple: a streetwise history of nyc, de michelle nevius, que traz 14 dicas de caminhadas pela maçã e conta a história cidade.

quando estiver em ny, passa lá e aproveita pra já escolher o roteiro da próxima viagem!

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Ana Strumpf
25 de abril de 2009, às 17:04

felipe da semana

por Ana Strumpf

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foto: felipe morozini

Ana Strumpf
24 de abril de 2009, às 20:04

lip gloss pornô

por Ana Strumpf

lembra daquela caneta que tinha um homem vestido (ou mulher),e quando virava de ponta cabeça, ficava peladinho? máximo da cafonice dos anos 80, né? adoro, claro. nunca mais vi pra vender, sempre procuro em viagens, só vi em paris, naquelas lojinhas bregas de souvenir, aliás, sempre faço boas compras (cafonas) nessas lojas.

se vocês também são fãs, vão amar o lip gloss da urban decay (marca de maquiagem gringa que eu amo), é a mesma idéia da caneta,  cada sabor tem um homem diferente que tira a roupa!  passar batom acabou de ficar muito mais gostoso…

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Regina Strumpf
24 de abril de 2009, às 19:04

studio job

por Regina Strumpf

foi em 2006 que me apaixonei pelo trabalho desta dupla, studio job, um casal, de lindos holandeses, claro! o trabalho que eles fazem, sempre em cima de formas clássicas, comuns, do dia a dia, transformados em arte, usando escalas grandiosas com  materiais inusitados.

studio job, a dupla que tem seu studio em NY

studio job, a dupla que tem seu studio em NY

porcelana biscuit para

porcelana biscuit para royal tichelaar

primeiro foi a coleção  ”biscuit” para a tradicional firma de porcelana fina  holandesa,  a royal tichelaar. as peças tem trabalho em relevo com caveiras, misturadas com aranhas e laços.

em parceria com a swarovski  fez em 2008, em milão  ”globe”, um globo gigante com 1.75m de diametro, com mais de 3 m de altura e 500 000 cristais coloridos formando o mapa mundi. não sei aonde colocar, mas é um desbunde!

globo gigante de cristais para swarovski

globo gigante de cristais para swarovski

com a moss, a melhor loja de design de ny, lançou o abajur ” roses on the wine”, com cristais swarovski na base.

abatjour para moss - roses on the vine

abajur para moss - roses on the vine

no ano passado surpreendeu  na feira de milão em parceria com a bizassa, firma de mosaicos, com um pavilhão só deles, com a coleção “silverware”, uma baixela gigante de mosaicos prata. adoro a bandeja/espelho…

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"silverware"- prestem atenção na escala!

em 2007  tambem com a moss lançou a linha “homework” toda em metal dourado com peças do dia a dia de uma fazenda, sitio ou cozinha.

"homework" metal dourado para moss

"homework" metal dourado para moss

e finalmente agora em milão, numa reviravolta minimalista de material e forma,  em ferro enferrujado, lançou a coleção de 12 peças “last supper”. devem estar numa viagem espiritual… mantendo os objetos do dia a dia enormes  com  simplicidade monástica.

instalação em milão "last supper"

instalação em milão "last supper"

Ana Strumpf
24 de abril de 2009, às 17:04

participação especial – sequenciais

por Ana Strumpf

em sua passagem pelo brasil na última semana, marie rucki (que eu ainda não entendi direito quem é…) deu uma super-dica de cinema para a aninha, minha mina de ouro, que foi aluna de seu curso (do qual eu não participei): o filme tcheco “daisies” (1966), de vera chytilova. de cara já fiquei fã da madame – tão certo como dizia em minha adolescência “obrigado, professor choron!”, digo agora “obrigado, madame rucki!”

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daisies é um delírio cinematográfico exuberante sobre o hedonismo, a glutonaria, o sexo e a marginalidade. é um filme, com certeza, influencial – quem assiste percebe que muita gente boa bebeu naquela fonte. e quando digo gente boa, não generalizo: falo de artistas que vão de nico, passando por warhol, makavejev e chegando, até mesmo, a jan svankmajer. para poupá-los de minha infame escrita, cedo a palavra a amos vogel, autor da bíblia “film as a subversive art”:

“visualmente e estruturalmente, talvez o mais sensacional filme do renascimento do cinema tcheco, daisies é uma comédia insana, estilizada e dadaísta. foi longamente banido pela censura. trata-se de uma orgia de deleites visuais, décor suntuoso e magníficos experimentos de cor, fazendo uma declaração filosófica à guisa de farsa grotesca. (…)”

daisies-cartaz

 

“(…) duas garotas tontas – entediadas, despidas de quaisquer valores, sabedoras nem de seu passado, nem do futuro – trombam com uma bizarra série de oportunidades do acaso, aventuras malucas, orgias alimentares e cenas de pastelão. sob o exagero, sarcasmo e exuberância ronda um sério comentário sobre um estilo de vida fraudulento, encarado como um jogo no qual protagonistas tornam-se vítimas.(…)”

 

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nenhuma obra do leste europeu moveu-se mais para longe da esterilidade muda do então-chamado ‘realismo socialista’. a vertiginosa fotografia é de jaroslav kucera e o roteiro de ester krumbachova, artistas cujas contribuições para quase todos os maiores filmes tchecos do período denotam papel-chave.”

tragam muitos doces, frutas, saquem seus cartões de crédito e divirtam-se: comprem aqui.

por dennison ramalho

Clarice Reichstul
24 de abril de 2009, às 11:04

post nada a ver da semana: ashes of doom

por Clarice Reichstul

o national film board, para quem não conhece, é uma instituição canadense de suporte à indústria audiovisual. eles abrem espaço para que novos criadores cresçam e floresçam. ia ser muito bom ter um nfb aqui no brasil, mas infelizmente estamos a séculos de distância de tamanha civilidade.

para celebrar seus 70 anos, eles estão disponibilizando em seu site 700 filmes, trailers, clipes que fazem parte da história da instituição. e nessa semana rolou o ashes of doom, que é de matar de rir, curtinho, uma delícia.

Clarice Reichstul
24 de abril de 2009, às 11:04

cubismo e cubinhos

por Clarice Reichstul

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depois do período do leitinho, no peito ou na mamadeira, começa, para muitas mães e pais, a grande diversão de introduzir outros alimentos na vida de seus pequenos. o benja, aqui em casa, começou com suco de laranja lima, e gradualmente foi mudando de fases e hoje é um feliz rapazinho, que come de quase tudo um pouco.

mas vamos lá. quando começa essa grande aventura de apresentar coisas novas aos mini humanos (sério, é muito legal! imagina uma pessoa que nunca comeu batata? ou qualquer coisa assim óbvia? existe! são os bebês desmamados!) umas das coisas que faz a experiência não ser tãão bacana assim é o tempo. não dá tempo de fazer comida a cada vez que a criança for comer, qualquer um fica louco.

cubinhos

tenho uma amiga, que quando passou um tempo na inglaterra, cuidou de uma gangue de trigêmeas. ela me ensinou um dos melhores truques para lidar com o assunto, os cubinhos de gelo! sério, tem que fazer assim: cozinhe todos os legumes em um caldo, pode ser de carne, frango, legumes, enfim, dependendo da orientação da casa. amasse cada legume separadamente e coloque nas forminhas de gelo. depois, quando precisar, é só desenformar o que vai usar, esquentar e ir variando. ficamos tão adeptos do método que a gente faz cubinho de tudo, até de frango e carne picadinha.

eu particularmente não gosto de potinhos de papinha prontos, acho que além de fedidas, o bafo dos nenês fica de matar, e podendo dar uma comidinha mais natural, melhor, né?

babao

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