hoje li na revista new yorker um texto curtinho de joan acocella falando sobre a morte do dançarino e coreógrafo americano merce cunningham. um texto lindo, que diz que “o trabalho de cunningham, como nenhum outro, fazia seu cérebro se sentir limpo. parecia que você estava vendo dança pela primeira vez” – [cunningham's work, like no other, made your brain feel clean. you seemed to be seeing dance for the fisrt time].
cunningham, que era parceiro de vida – e de arte – do músico/performer john cage, faleceu nesse domingo, dia 26 de julho – menos de um mês depois da coreógrafa alemã, minha musa, pina bausch (ler post-homenagem sobre ela aqui). eu, que um dia pensei em ser bailarina e estudei dança minha vida inteira, senti um vazio estranho. mas o jeito de pina e cunningham entenderem a abstração, o corpo e a dança, continuarão aqui – revolucionaram o mundo pra sempre. sorte nossa. viva cunningham, viva pina.

* este post também é uma homenagem à minha falecida gatinha persa, que se chamava pina.



6 de agosto de 2009, às 14:01
que lindo seu post gei.
6 de agosto de 2009, às 15:01
Quidê Pinnn?
10 de agosto de 2009, às 17:14
Tinha esquecido da Pina (gata)…
12 de agosto de 2009, às 23:17
RIP! may we hear their pitter pattering feet from heaven. triste.
bjs gi!