em nova york a gente nunca sabe ao certo a nacionalidade da pessoa com quem a gente lida. o taxista pode ser egípcio; o garçom, chileno; a colega de trabalho, russa; a vendedora, canadense; e assim por diante. só que a frieza nova iorquina faz com que, muitas vezes, a gente comece e acabe um relacionamento deste tipo – superficial – sem saber de onde é a pessoa que sentou ao nosso lado no metrô por vários minutos ou de que país vem o tiozinho que nos deu a informação de como chegar ao new museum.
hoje não resisti. estávamos sendo atendidos por uma garçonete super american (leiam com sotaque americanizado, please) e, depois de uma troca de turnos, surgiu um novo atendente com uma pronúncia bem italianada.
perguntei de onde ele era, achando que a resposta seria náaaapoliiii (ler com sotaque, per favore, sacudindo a mão para os céus), mas ele soltou um “i am from ‘ar-rentina’”. contamos que éramos brasileiros, falamos sobre a copa do mundo, a rivalidade entre os dois países no futebol e… finalmente, sobre o amor que sentimos uns pelos outros. isso mesmo.
nessa hora, o nosso garçom nos disse “hay mas brasileños que argentinos en ‘brasilótche’!”. eu adorei o apelido que a estação de ski ganhou e disse “mas lá em búzios também só dá argentino, né?” e ele respondeu “claro, claro! ‘ar-rê-búcios’!”.
no caminho pra casa, perguntei a nacionalidade do taxista, mas esse é um outro post…!
(um poster de mau gosto, bariloche, búzios e nossos times em campo. vai, brasil!)



22 de dezembro de 2009, às 14:10
ufa minas de volta!
gi, depois tem o post do restaurante no bk.
- “where do you think I’m from?”
- “Minsk”
essa foi deeemais!
beijos
22 de dezembro de 2009, às 14:31
Bem lembrado, Carol! Vou fazer um post sobre aquela garçonete!! beijos
22 de dezembro de 2009, às 18:38
piii! lindo bariloche não? beijos!
22 de dezembro de 2009, às 20:46
Gisela, como curiosidade, Maradona, considerado o melhor jogador de futebol de todos os tempos, era argentino e atuou grande parte da carreira no Napoli
23 de dezembro de 2009, às 14:14
Apenas uma retificação no comment do Guga, “Maradona, considerado pelos argentinos o melhor jogador de futebol de todos os tempos, era argentino…”…
3 de janeiro de 2010, às 11:24
Gisela, maldade nao contar logo de onde era o taxista!!!!!
Beijos, feliz ano novo
Celeste Chad