vou fazer um resumão de um artigo muito bom que saiu hoje no new york times sobre a importância do contato físico (chamego) entre as pessoas. basicamente, a matéria fala de pesquisas que provam que quem encosta nos outros pode ser mais feliz, mais presente, mais satisfeito ou até mais bem sucedido que o resto. vejam só:
os alunos que recebiam um tapinha nas costas de uma professora participavam muito mais da aula do que os alunos que não foram tocados.
para os pacientes que ganharam um abraço do médico na consulta, o encontro com o doutor pareceu ter sido bem mais longo do que para aqueles que não receberam o afago.
tudo porque o toque é a primeira língua que nós aprendemos – e ela é universal. claro que a comunicação não-verbal vai além do toque – cara feia aqui, na bolivia ou na china é cara feia. o mesmo vale para uma voz suave…
mas a parte mais legal dos estudos conduzidos envolve esportes e relações amorosas.
os times que se ‘tocam’ mais, vencem mais (o que gera a pergunta tostines. “eles vencem porque se tocam ou se tocam porque vencem?”). além disso, os jogadores mais pegajosos são geralmente os melhores do time!
quando a pesquisa foi feita com casais, que tinham que falar de uma fase difícil na relação, os casais que mais se acariciaram eram os mesmos que diziam estar satisfeitos com o namoro/casamento. de novo, a pergunta tostines cai como uma luva.
do ponto de vista científico, a explicação parece simples – receber carinho libera um hormônio chamado ocitocina, que ajuda a criar a sensação de confiança e reduz o stress. já pensou!? vamos todos nos abraçar djá!




25 de fevereiro de 2010, às 11:38
será que abraçar demais causa contração? ahahahaha! gi, que lindinha a foto de você e a bel…
25 de fevereiro de 2010, às 11:53
Amei seu post! Deve ser por isso que nós brasileiros vivemos felizes.
25 de fevereiro de 2010, às 12:48
cla, acho que esse abraço não seria possível com a bel barriguda, como ela está hoje! ia esmagar o antoninho.
25 de fevereiro de 2010, às 12:50
oi ka, vc tem razão! os brasileiros são os mais “encostentos”…!
25 de fevereiro de 2010, às 13:22
aaaaaaah eu AMO abraçar… e sim, os brasileiros têm super essa fama de “encostento” que meus amigos da Rússia, Jordânia e outros lugares não entendiam muito como eu dava “oi” de beijinho e abraço em todo mundo…
ué calor humano genteeeeee! hahaha
sou super a favor do “free hug day” que rola em alguns lugares!
amei o post gi! me inspirou a sair abraçando geral hoje…
25 de fevereiro de 2010, às 13:48
Ai que fofo o post Gi! Realmente eh muito bom todo tipo de aconchego com as pessoas que gostamos. Acho que nao estou morrendo aqui neste frio de NY porque tenho muitoooo carinho. Vc ta escrevendo cada vez melhor! E vamos nos ver, ne? Super beijo!
25 de fevereiro de 2010, às 13:52
Tepha, my dear, morando fora e conhecendo gringos de todas as partes deixa cada vez mais claro o tanto que os brazucas são os mais grudentos. Hoje em dia já me novaiorquei e dou aperto de mão na hora do oi. Mas me sinto a mais fria das pessoas. Um horror!
25 de fevereiro de 2010, às 13:53
Mari! Como vai seu invernão? Não acredito que a gente ainda não se encontrou… Vamos incluir o Guga na programação?
25 de fevereiro de 2010, às 16:46
Oi Gi! Ai, neve de novo…naooooo. Vamos nos encontrar, ne, de verdade! Vamos sim chamar o Guga, preciso apresentar o Ibi ( que eh do Iemem) para ele! Bjo
25 de fevereiro de 2010, às 20:35
ai que post gostoso! adorei gi
25 de fevereiro de 2010, às 21:52
mais uma vez me lembrei de quem me ensinou a abraçar…
saudades imensas das suas energias bree….
26 de fevereiro de 2010, às 00:16
bree!!! saudade de vc tb! daqui a pouco (2 meses!?) to aí! me espera. beijos
26 de fevereiro de 2010, às 11:35
Pi, que graça de post. Amei a foto, que linda a carinha de vcs.
25 de março de 2010, às 15:55
Engraçado ler sobre a importância docontato físico num país como os EUA. Morei em SF por dois anos e ensinei aos meus amigos os nosso dois beijinhos, para cumprimento ou desperdir-se.Mas, paguei micos, quando eles me davam a mão e eu ia logo puxando para os kisses. Jogo squash, e num final de match, sempre rolou os cumprimentos por aquí. Lá a pessoa me olhou assustada, e jogou o rosto para longe de mim. Amigos brasileiros riram a valer.Percebi que os homens são muito mais de contato que as mulheres.Óbvio! Entre amigas ou mãe e filha, beijos não existem. Just bye bye.
26 de março de 2010, às 18:28
oi marcela, tudo bem? concordo com vc. é um assunto curioso para americanos, mas acho que eles, mesmo com esse artigo, estão se referindo a um tapinha nas costas, um abraço e não a beijinhos como os nossos brasileiros. logo que cheguei aqui, cumprimentei um amigo da classe com um beijo na bochecha e ele achou que eu estava afim dele, foi horrível!!! beijos, gisela