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Sandra Soares
30 de março de 2010, às 12:03

o que há em um nome

por Sandra Soares

há artistas que preferem batizar suas criações com um não-título (untlited) de forma a deixar o espectador livre para interagir com elas – afinal, muitas vezes um nome acaba funcionando como uma espécie de guia da percepção. não é o caso do aclamado designer japonês tokujin yoshioka, que com sua rainbow church (numa tradução livre, igreja arco-íris) quer exatamente o contrário: levar o público ao lugar de inspiração de sua obra. no caso, a capela do rosário da cidade de vence, no sul da frança.

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foi depois de visitar a igreja que yoshioka teve a idéia de criar esta espécie de cortina composta por 500 prismas de cristal. na época, ele ficou impressionado com as luzes coloridas que os vitrais assinados pelo pintor henri matisse espalhavam pelo ambiente ao serem atravessados pelo sol radiante da provence. se a rainbow church já não tivesse sido batizada, eu a chamaria de cachoeira, porque é essa a imagem que a obra me traz à mente. e você, que nome daria?

“o que há em um nome” tem 2 comentários.

  1. angelica santa cruz

    Sandrita, eu chamaria de Chico Xavier

  2. sandra soares

    Hahahahaha! Ai, angelita, je t’aime! Volta logo! Você faz falta! beijo


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Sandra Soares
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