vou parar de me desculpar por não fazer posts ligados a nova york, porque, no fim, tudo está ligado a ny! e meu post de hoje será zen. zen, mesmo. tudo por conta do livro que estou lendo “zen mind, beginner’s mind” – algo como ‘mente zen, mente de principiante’, escrito nos anos 70 por shnryu suzuki.
a energia sem fim, 24/7, de nova york toma conta da gente e, de vez em quando, dá vontade de respirar um pouco e desconectar desse agito todo. por isso, tenho tentado resgatar o que aprendi num curso de meditação que fiz com a super marcia de luca, em 1998. mas difícil não é lembrar como se medita e, sim, encontrar meia horinha pra sentar e ficar em silêncio – todos os dias – em tempos de iphone, skype e internet.
enfim, voltando ao livro, no meio de uma arrumação aqui em casa desenterrei esse guia zen entre os livros hippies do meu marido, dos tempos em que ele morava em san francisco e fazia jejum de suco para se purificar…
em vez de analisar essa cultura milenar vou só escrever aqui alguns dos trechos que achei mais interessantes nos últimos dias – traduzidos livremente por euzinha.
– “a lição mais importante: não são duas coisas, nem são uma coisa só. nosso corpo e nossa mente não são duas coisas, nem são uma coisa só. se você acha que seu corpo e sua mente são duas coisas, você está errado. se você acha que eles são uma coisa só, isso também é errado. nosso corpo e nossa mente são, ao mesmo tempo, dois e um. (…) apesar de dizermos corpo e mente, eles são, na realidade, dois lados da mesma moeda”.
– “dar um espaço amplo para suas ovelhas e suas vacas é o melhor jeito de mantê-las sob controle. o mesmo vale para as pessoas: primeiro deixe que façam o que quiserem, apenas observe. ignorá-los não é bom. o segundo erro é tentar controlá-los. a melhor coisa é observá-los, apenas observar, sem tentar controlar nada”.
– “antes de ir embora, ele deu tchau para sua mulher. logo depois ela escreveu um poema: ‘assim como você desenrolar um fio numa bobina, eu quero que o passado se torne presente’. ao dizer isso, ela de fato fez do passado presente. em sua mente o passado estava vivo e era o presente”.
não são simpáticos os ensinamentos zen? eu estou gostando. agora falta fechar o computador, a revista ny mag e… ir meditar!




20 de maio de 2010, às 21:22
… p l e n a ….
amo amo amo
20 de maio de 2010, às 21:31
preciso meditar antes de ficar plena… : )
21 de maio de 2010, às 09:25
amei
O site yogaglo tem algumas sessões de meditação bem interessantes, procure por Elena Brower.
http://www.yogaglo.com/
bj ~
21 de maio de 2010, às 10:43
Adorei Gi, muito bom o post! Eh bem estranho, quando eu saio de NY, seja para dar um pulo em Miami ou para vir para o BR, bate uma canseira master! Porque durmo pouquissimo na melhor cidade do mundo, talvez para nao perder nada. E meu primeiro job de producao na vida foi a producao do DVD de Yoga Ayurvedica da Marcia De Lucca, faz uns 6 anos! Bjo
21 de maio de 2010, às 13:26
oi Vanessa! Obrigada pela dica. Adorei ver você por aqui. beijos
21 de maio de 2010, às 13:27
Mari, não acredito que vc fez um vídeo com a Marcia! Ela é o máximo, né? beijos