Os livros nunca vão morrer. Mas, agora, que leio num iPad (poderia ser Kindle ou qualquer outro gadget do tipo), olho para minhas prateleiras cheias de livros e fico pensando que meus filhos podem achar o objeto relativamente antigo. Como o telefone de disco para quem nasceu nos anos 80. Você chegou a usar, teve na sua casa, mas soa jurássico hoje em dia. Até pensei nos livros infantis. Será que vou ler historinhas pra eles, antes de dormir, no iPad? A vantagem é poder ler no escuro e a criança já ir acalmando.
A experiência tátil que os livros proporcionam é insubstituível. Mas no iPad você pode escolher a fonte do texto (demais isso, gente, fala sério!), o tamanho das letrinhas e até a cor da página – branca ou sépia (meio inútil essa ferramenta). Ao clicar em uma palavra você tem a opção de ver sua definição no dicionário, de sublinhá-la de amarelo (ou azul, verde, rosa…), pesquisá-la no Google ou ver onde mais ela aparece no livro.
Outra coisa legal é que dá pra fazer notas (que depois ganham um mini post-it a lado, com a data em que foram escritas). O máximo – organizado, bonitinho e prático. Bobear, em breve, até a escrita com lápis e caneta vai sumir, o que seria triste.




24 de janeiro de 2011, às 09:22
sempre que vou preencher um formulário sinto que, como não pratico, minha letra está cada dia pior… será?!
24 de janeiro de 2011, às 15:54
oi Rafaela, Tenho a mesma exata sensação…!