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Manô Miklos
13 de fevereiro de 2012, às 06:02

COMO É ESTRANHO SER HUMANO NESSAS HORAS DE PARTIDA

por Manô Miklos

Bom, parece que sempre que eu me preparo pra arrasar num post alto astral, vem um gênio e, pum, morre.

Essa semana as perdas foram muitas. Demais. Ô saco.

Primeiro foi Wando. Sensualidade pura. Safadeza. Wando se foi muito muito cedo. Eu ainda nem tinha jogado minha calcinha nele. Vou guardar uma aqui. Ela agora se chamará “a que eu não joguei”. Pra lembrar dele pra sempre.

Agora foi-se Dona Whitney. Diva, voz poderosa que mal-acostumou os ouvidos e gogós norte-americanos. Depois dela, todo mundo queria gritar e ouvir soul gritado. Tempos difíceis.

No fim, o que fica é o poder da voz da diva, seu som inspirado, seu bocão, seus hits infinitos e aquele VHS do Guarda-Costas que eu tenho aqui – altar pessoal. It’s not right, but it’s okay. I’m gonna make it anyway.

Se foram dois caras delícia delícia, mas eu sigo aqui. Vivendo essa vida que tantas vezes ganha de mim de goleada. Mas que, vira e mexe, tão louca, me beija na boca e me ama no chão. Mas, ó, não diga nada que me viu chorando. E pros da pesada, diz que vou levando.

Spoiler: no fim da semana, publicarei minha homenagem singela ao Wando, Aguardem meu top 5 de músicas de declarações de amor para putas. Tô trabalhando duro, vai ser lindo.

Pra dizer adeus, um dos melhores momentos de Whitney.

Com Gainsbourg, claro: http://www.youtube.com/watch?v=bMdXi6f5KRg


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Manô Miklos
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