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Sandra Soares

25 de agosto de 2010, às 13:08

O VERDADEIRO CHEESECAKE


por Sandra Soares


quando me deparei com estes bolos de casamento feitos de queijos sobrepostos, logo imaginei que eles seriam coisa de francês. afinal, os franceses vivem repetindo que há em seu cardápio uma variedade tão grande de queijos que é possível experimentar um diferente a cada dia do ano! bem, na verdade, a invenção é de três ingleses que se auto-intitulam “artistas do queijo” e são donos de uma empresa chamada the cheese shed. pensando bem, as fromageries francesas já apresentam pilhas como essas há séculos, para fins de exibição e armazenamento, né? só que sem florzinhas… por mim, tudo bem. camemberts e bries legítimos podem vir sem enfeites!

Sandra Soares

5 de agosto de 2010, às 15:08

fidelidade à francesa


por Sandra Soares

o canal francês da net, tv5 monde, vem exibindo um documentário sobre o site americano ashleymadison.com, uma rede de paquera que aceita apenas pessoas… casadas. com mais de seis milhões de membros de vários países (70% deles homens), o endereço tem como slogan a frase “a vida é curta, tenha um caso” e como fundador o sujeito aí de baixo. noel biderman, apesar de estar todo soltinho na foto, é casado e, jura, fiel. criou o site motivado por puro faro de negócios, ao perceber que 30% das pessoas que se inscreviam em rede de relacionamentos se declaravam comprometidas. a tese dele é que pessoas casadas que desejam arrumar um amante vão ter muito menos dor de cabeça se arranjarem um amante também casado. biderman declarou que o site vai bem principalmente em países conservadores. e acrescentou: “acho que a frança não precisa de um serviço como o meu…”. não sei se ele estava sendo irônico ou não, mas prefiro acreditar na jornalista americana pamela druckerman, autora de uma pesquisa sobre infidelidade publicada em um livro batizado “na ponta da língua” (editora record). fala pamela: “os homens latino-americanos só perdem para os africanos em infidelidade. se você quer um marido fiel, procure um francês!”

 

noel biderman, o rei da infidelidade

noel biderman, o rei da infidelidade

 


Sandra Soares

27 de julho de 2010, às 12:07

laçada pelo pescoço


por Sandra Soares

eu já havia falado aqui sobre a volta do tricot-faça-você-mesmo na frança. daí a marli miler, leitora deste blog, me mandou um link fofo de uma rede de lojas francesa, a la droguerie, que vende livros com receitas super modernas para tricoteiras – além de aviamentos, lãs e afins. confesso que eu nem sabia que o passo a passo das agulhas se chama receita… gostei! a marli comprou na droguerie linhas para fazer cachecóis como este que ela usa na foto e que pode ser amarrado e/ou enrolado de diferentes formas (ele vira gola, por exemplo). “uso só lãs importadas… da frança, turquia, alemanha…”, conta ela. cada cachecol custa R$ 72. gostou? liga pra marli: 9245-7336.

a marli com seu cachecol... e os livros e loja mimo que ela indica

a marli com seu cachecol... e os livros e loja mimo que ela indica

Sandra Soares

20 de julho de 2010, às 15:07

um beijo (ou dois, três, quatro…)


por Sandra Soares

em paris, faça como os parisienses: cumprimente os amigos com dois beijinhos no rosto (a regra vale também entre homens). já na periferia de paris pode ser que sejam necessários quatro bises (o pode ser é porque em alguns casos apenas dois já são suficientes). um internauta francês resolveu facilitar a vida de quem transita pela frança e criou um blog-pesquisa, o combiendebises.com, por meio do qual pretende montar um mapa dos beijinhos por todo o país. os visitantes são convidados a informar como é o beija-beija na região em que moram e aí o mapa vai se fazendo. por enquanto ele está assim:

combien-de-bises1277714313

veja aí embaixo o o mapa dos departamentos (o que seriam os estados franceses) para entender melhor a beijo-cartografia. ainda bem que nenhum francês marcou cinco beijinhos, né? eu, que sou mineiríssima, cresci em meio aos três beijinhos de belo horizonte e confesso que prefiro o prático um beijinho paulistano. e você?

 

mapa_franca

Sandra Soares

29 de junho de 2010, às 19:06

homem-bolha


por Sandra Soares

habitué da blogosfera, o fotógrafo francês romain laurent vive sendo notícia por causa de suas imagens absurdinhas e geniais – dê um google com o nome dele e verá! queridinho da publicidade, romain exibe em seu site os trabalhos pessoais que realiza, como a nova série something real (esta do homem bolha, clicada em nova york). o criador descreve assim a criatura: “trata-se de um sentimento.  as fotos ilustram um momento na vida de alguém quando a pessoa se sente desconectada da realidade embora seja parte dela, e de repente acorda. (…) não é um estado triste ou feliz, é flutuar entre os dois. é quase normal, levemente louco… mas é ‘something real’ (algo real)”.

homem_bolha1

Sandra Soares

25 de junho de 2010, às 15:06

marcel (ou franceses x belgas)


por Sandra Soares

os belgas são os portugueses dos franceses. na prática, isso significa que assim como nós, brasileiros, fazemos piadas de português, os franceses fazem piadas de belga. frança e bélgica compartilham a língua, algumas rivalidades divertidas e também o nome marcel para a clássica camiseta canelada branca (aquela que nos estados unidos é conhecida como tank top). pois bem. a bélgica tem agora uma grife chamada marcel cuja especialidade é fazer marcels.

 

as fotos da campanha da marcel tem um climão de família, mas o vídeo do making of da campanha é bem safadinho

as fotos da campanha da marcel tem um climão de família, mas o vídeo do making of da campanha é bem safadinho

em seu site a le fabuleux marcel de bruxelles (é esse o nome completo da marca) especula o que há por trás do nome de gente da roupa e aproveita para alfinetar os franceses com muito bom humor. segundo o povo da marcel, a frança reivindica ter batizado a peça com o argumento de que o título seria uma homanegam ao legendário boxeador francês marcel cerdan (o cara era um usuário compulsivo das tank tops). marcel, a grife, contra-argumenta com uma pergunta: “mas não são os franceses aqueles que reivindicam a autoria das french fries (batatas fritas) quando todo mundo sabe que elas na verdade são belgas?”. batatas e nomes à parte, fato é que com a marcel a bélgica vem reivindicando (quantas reivindicações!) ser a fabricante da melhor marcel do planeta, em corte, tecido e acabamento. por ora só conheço a marcel de bruxelas por foto. se alguém experimentá-la, por favor me conte se ela é mesmo tudo isso. aproveito para sugerir uma visita ao site da grife com atenção especial para o vídeo de abertura. se o clima das fotos é assim família, o vídeo é bem safadinho (além de fofo!), com o único modelo masculino da campanha cercado por um harém.

Sandra Soares

22 de junho de 2010, às 23:06

copinha do mundo


por Sandra Soares

olha que coisas mais fofas esses bodies que a h&m fez para a copa – tem de todas as seleções que participam do mundial! meus queridos amigos cécile désille e greg bousquet trouxeram de paris, de presente para mim, o do brasil e o da frança. (merci aos dois!)

foto

melhor: quem ganhou o presente foi o thomas, que é meio francês, meio brasileiro e que nesta copa ainda torce de dentro da minha barriga. estando dentro de uma barriga brasileira ele torce mais pelo brasil, claro (e ainda bem, já que a frança fez feio na primeira rodada e está fora… mas isso já é assunto para outro post!).

Sandra Soares

8 de junho de 2010, às 23:06

quantas delícias cabem em um post?


por Sandra Soares

quando fiz a foto abaixo, em dezembro do ano passado, estava morrendo de frio e de alegria. aliás, eu não cabia em mim (e nem na foto, como dá para ver) de felicidade gastronômica. o motivo: estar almoçando em meu restaurante preferido de paris, o le comptoir du relais, no quartier latin. o lugar havia sido indicado meses antes por um amigo parisiense, chef de cozinha, que me convenceu com a frase: “é lá que os chefs da região almoçam”. ambiente de café, jeitão de bistrô, com uma mini-fila eterna na porta e joue de boeuf no cardápio (uma carne ensopada deliciosa, mergulhada em um caldo com coquillettes, tradicional  massa francesa que as crianças adoram… algo equivalente àquela usada na nossa sopa de letrinhas). pois então: o le comptoir é a minha primeira indicação à leitora gilda fernandes, que está em paris enquanto escrevo este post e me pede dicas de bons programas por lá.

le-comptoir1

outra dica gastronômica: o le relais de l’entrecôte, restô disponível em alguns endereços e onde há apenas um prato no menu. obviamente, o entrecôte, regado a molho de ervas (delicioso) e acompanhado de batatas fritas (deliciosas). sim, se você se lembrou do restaurante l’entrecôte de ma tante, que o olivier anquier tem em são paulo, entendeu tudo. a casa do anquier é claramente inspirada na de paris, um clássico.

passeio de moda e beleza imperdível: visitar o palais royal (pertinho do louvre) e espiar as deliciosas vitrines do didier ludot, um dos mais famosos brechós de paris. é brechó com b maiúsculo, onde dá para achar clássicos legítimos (quando estive por lá, havia uma seleção de ysl ótimos). problema: os precinhos não são nada empoeirados e ultrapassados.  ficou sem ar? vá recuperar a respiração numa loja próxima, a do perfumista serge lutens. o lugar parece ter parado no tempo e tem um certo climão de joalheira. as vendedoras seguram cada frasco com a delicadeza e a reverência de quem tem em mãos uma preciosidade (não há como experimentá-los sem passar por elas). divertidíssimo. delicioso.

a esta hora você já deve estar com fome de novo então é o momento de tomar um berthillon,  delicioso sorvete fabricado desde 1954 que no geral só se encontra em uma região da cidade, a ile de la cité. procure janelinhas pelas ruas (sim, o berthillon costuma ser vendido em janelinhas). se for verão, a fila vai tornar mais fácil achá-las.

para não dizer que não falei de arte: a galeria yvon lambert (que fica no marais, o lugar das galerias) é a pedida para quem gosta de arte contemporânea. vá para conhecer alguns dos melhores artistas franceses da atualidade.

para terminar, eu voltaria ao le comptoir. e começaria tudo de novo.

Sandra Soares

2 de junho de 2010, às 19:06

no maior tricô


por Sandra Soares

quem estiver em paris e quiser aprender francês pela manhã e tricô à tarde precisa conhecer o café sweat shop. sweat soa como sweet (doce) mas, na verdade, quer dizer suor. o café serve delícias, sim, como elogiados muffins orgânicos, mas tem como principal objetivo os cursos. tanto é que é equipado com várias máquinas de costura (cada hora de uso sai por 6 euros) e mais parece um ateliê. olha que ambiente mais fofo:

sandrinha_montagem

o lugar, localizado na vizinhança do canal saint-martin, é claramente inspirado na marca de tricô wool and the gang (presente na frança, inglaterra e estados unidos), que tem como lema “em vez de apenas usá-lo, faça-o”. essa loja descolada, que vem ressucitando o velho hábito de tricotar, vende peças prontas e kits de faça-você-mesmo… que podem incluir novelos de lã em cores flúor, lindas!!! o melhor: a wool vende online. e, pelo jeito, está dando filhotes, oba!

Sandra Soares

31 de maio de 2010, às 23:05

louise bourgeois


por Sandra Soares

péssima que sou para guardar nomes, sempre me referi a louise bourgeois como “a artista francesa das aranhas”. é dela a aranha gigante do mam paulistano, em exposição permanente na marquise do parque do ibirapuera, e muitas e muitas outras que ela criou a partir dos anos 90. louise morreu nesta segunda-feira, aos 98 anos de idade, nos estados unidos, onde viveu boa parte de sua vida, deixando uma extensa obra marcada por referências sexuais ora agressivas, ora sutis, mas sempre carregadas de poesia e de um certo sentimento de fragilidade (a desproteção também sempre foi tema para ela). é estranho que hoje, dia da morte de louise, eu tenha enfim guardado o nome dela, dando nome às aranhas.

louise (no detalhe) e algumas de suas obras

louise (no detalhe) e algumas de suas obras

Sandra Soares

28 de maio de 2010, às 17:05

breve história de um aperitivo


por Sandra Soares

de tão íntimos do apéritif (ou aperitivo) os franceses até inventaram um apelido carinhoso para ele: apéro. eu já escrevi aqui sobre como na frança as pessoas gostam de fazer piqueniques e tomar drinques ao ar livre – e sobre a proibição dessa prática etílica em certos lugares. no fim do ano passado, graças ao facebook, os franceses turbinaram o apéro convocando multidões para o que batizaram de l’apéro géant (o aperitivo gigante). de clique em clique, foram reunidos mais de dez mil participantes em montpellier, nove mil em nantes… até a festa acabar com a morte de um garoto de 21 anos que, bêbado, caiu de uma ponte em nantes na noite do último dia 12, na segunda edição do encontro por lá. na mesma ocasião, 93 pessoas saíram feridas. e o apéro foi proibido. o encontro de paris, que aconteceria debaixo da torre eiffel, acabou não rolando. fiquei pensando: será que muita gente se machuca seriamente (ou até mesmo perde a vida) nos nossos carnavais? diante de uma morte, a gente fica até tímido de contra-argumentar… mas… será que já pensaram em proibir o carnaval? na frança, está rolando o maior debate sobre o veto. e você, o que acha?

l'apéro géant em três versões: grupinho em brest, grupões em rennes e proibição em paris

l'apéro géant em três versões: grupinho em brest, grupões em rennes e proibição em paris

Sandra Soares

26 de maio de 2010, às 12:05

ser criança de novo


por Sandra Soares

quando comecei a aprender o francês, eu só conseguia conversar com as crianças, donas de um vocabulário do mesmo tamanho do meu. aprender uma nova língua precisando dela para ontem (no meu caso, para conversar com a família do maridão) é um reencontro com a infância. sem outra alternativa a não ser se jogar, você começa a pedir ajuda dos gestos para falar. diz “j’ai faim” (estou com fome) e passa a mão sobre a barriga num movimento circular. fala “j’ai sommeil” (estou com sono) e junta as mãos de ladinho, deitando sobre elas a cabeça. é instintivo. e é ridículo. mas também divertido, principalmente para quem é platéia em vez de  protagonista!

le petit nicolas no traço de sempé. e com a cara do sarkozy no cartaz de um filme paródia sobre o personagem

le petit nicolas no traço de sempé. e com a cara do sarkozy no cartaz de um filme paródia sobre o personagem

le petit nicolas, clássico da literatura infantil francesa, foi meu grande companheiro nessa fase. o primeiro livro que eu li em francês foi da coleção do pequeno nicolau, como o personagem é conhecido por aqui. criação de rené goscinny (o mesmo pai de asterix e obelix) e do ilustrador-gênio jean-jacques sempé, nicolas nasceu em 1959 e desde sempre narrou a própria infância em primeira pessoa, com aquele humor típico dos pequenos e que desperta a maior nostalgia em quem lê. até hoje nicolas tem milhares de fãs na frança. tanto que a adaptação das histórias dele para o cinema, feita em 2008 por laurent tirard, foi recorde de bilheteria por lá no ano passado. agora o filme chega ao brasil (oba!), dentro da programação do festival varilux de cinema francês 2010.

o cartaz oficial do filme! nicolas é o de vermelho

o cartaz oficial do filme! nicolas é o de vermelho

serão 10 filmes franceses inéditos exibidos entre 2 e 10 de junho em nove cidades (são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, brasília, curitiba, fortaleza, porto alegre, recife e salvador). eu irei ao encontro do pequeno nicolau em versão cinematográfica! e, juro, vou tentar ouvi-lo sem legendas.

Sandra Soares

14 de maio de 2010, às 13:05

a 25 de março de paris


por Sandra Soares

na minha última visita a paris, minha querida e estilosíssima amiga cécile désille me apresentou à rue du faubourg du temple, no bairro belleville, onde as parisienses espertas fazem seu garimpo fashion. o lugar é uma mistura de 25 de março com bom retiro (para quem não conhece, o bairro paulistano das confecções, com lojas que vendem no atacado). ou seja: reduto das boas pechinchas! fizemos comprinhas lá e depois tomamos o metrô para passear pelo marais. foi engraçado: muita coisa que encontramos em belleville (como a blusa navy e os sapatinhos vermelhos que eu trouxe para casa, vejam abaixo) reencontramos nas lojinhas do marais… custando três, quatro ou até cinco vezes o preço! sim, as mesmas peças, das mesmas marcas, por um preço mínimo (em belleville, claro).

sandrinha_final

como esta nota só tem graça se vier com uma idéia de quanto vale o show, vamos lá: o sapatinho de verniz saiu por 30 euros e a blusa, por 15. e viva o hi-low!!! abre aspas para a cécile explicar como chegar à rue du faubourg du temple: “é só pegar o metrô linha 11 ate a estaçao goncourt. o bairro belleville fica do lado do canal saint martin e de republique”. vá com roupa e espírito de garimpeira: tênis, mochila e paciência, porque você vai passar por muita coisa desinteressante até se deparar com os achados. garanto: super vale à pena!

Sandra Soares

11 de maio de 2010, às 21:05

uva com pistache


por Sandra Soares

no último sábado, sebastien orth, da parisiense surface to air e do paulistaníssimo bar secreto, recebeu amigos e convidados para um jantar na alameda lorena 1989 – o endereço também nomeia o restaurante que em breve passa a funcionar ali, no mesmo lugar onde antes era a loja surface to air (agora em versão mais espaçosa na porta ao lado). os comensais receberam a deliciosa missão de provar pratos e mais pratos do chef leo botto, ex-la frontera, dando notas e estimativas de preço a cada um deles. adianto: vem coisa boa, muito boa por aí. como nem tudo o que foi provado será incluído no cardápio (o teste é justamente para ajudar na seleção do que entra), aproveito este espaço para iniciar campanha a favor da bruschetta de uva com pistache – nota 10! esse é desde já o meu pedido oficial no lorena 1989 (ainda que eu vá lá 1989 vezes), seguido de brownie com sorvete de baunilha. as fotos abaixo foram tiradas do blog do restô (merci!) e registram detalhes que dão uma idéia da ambientação do lugar… fique ligado no mesmo endereço para saber quando o lorena vai abrir as portas.

lorena

Sandra Soares

4 de maio de 2010, às 12:05

para quem ama foto


por Sandra Soares

minha amiga nina valérie realiza pela segunda vez o projeto “eu amo foto”. francesinha radicada no brasil, ela descreve a proposta no blog do evento num português impecável: “a fotografia é a poesia do nosso dia a dia e acredito que ela  não deveria ser a poesia de só alguns”. na exposição em cartaz até quinta-feira, dia 06, de 10h às 19h, no espaço laika (rua das tabocas, 166), trabalhos de nomões da fotografia estarão à venda por precinhos mais camaradas: entre R$ 450 e R$ 1500.

por klaus mitteldorf

por klaus mitteldorf

por joão linneu

por joão linneu

de rogerio miranda

por rogerio miranda

os nomões do “eu amo foto”: klaus mitteldorf, thelma vilas boas, jair lanes, joão linneu, felipe hellmeister, willy biondani, marcio simnch, arnaldo pappalardo, alexandre ermel, rogerio miranda, gustavo lacerda, ivan abujamra, fernando nalon e luis crispino. melhor do que “lê-los” aqui é visitar o blog do projeto e a exposição. vai lá!


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