Além de ser uma ilha onde ‘tudo’ acontece primeiro, com alguns dos melhores museus do planeta, os restaurantes mais incríveis, lojas ótimas e gente do mundo todo… Nova York ainda arruma espaço – fora da ilha, no Queens – para ciceronear um dos torneios de tênis mais importantes da face da terra. Por isso que a gente ama NY, mesmo com todos os defeitinhos que ela tem!
E agora que o U.S.Open 2010 começou, o assunto tênis domina os jornais, revistas e sites. Hoje tem dois artigos muito bons no New York Times sobre o tema, mais especificamente sobre Rafa Nadal – que não é tão tudo-no-mundo como Roger Federer, mas é ídolo querido mesmo assim, né?
O primeiro é uma enquete interativa. Vídeos diferentes (em inglês) mostram o ponto de vista de dois jornalistas – o Point e o Counterpoint. No Point, Lynn Zinser acredita que Rafa não precise ganhar o U.S.Open – o único aberto de tênis que ele nunca conquistou – para ser um dos maiores da história. Já no Counterpoint, Thomas Lin acha que não ter este título deixa um buraco na carreira do espanhol. Depois de assistir aos vídeos você pode votar. Clique aqui. Por enquanto o Point está ganhando, com 67% dos votos.
Outro artigo fala de Nadal entrando para a história do tênis, como um dos maiores de todos os tempos e sobre o fato de ele não gostar desse tipo de comentário. Rafa se acha muito jovem para ser comparado com os grandes. Mas com todas as qualidades dele fica difícil não fazer tais comparações… Leia na íntegra aqui.
Nadal, Nadal, Nadal e mais Nadal. Por último, uma foto de Federer chorando, depois de perder para Nadal. De cortar o coração…













detalhe do ótimo trabalho ‘plocantropía’, de ramon martins
marcas e preços, da esquerda pra direita:







(catherine deneuve, ségolène royal e pedestre. fotos do the new york times)
Cheguei a Nova York no começo de 2007 para fazer um mestrado em História da Arte. Até agora não tive vontade de ir embora... Gosto de escrever sobre tudo. Sou apaixonada por música, internet, macarrão, banhos de mar e plantas. Aqui vocês acompanham minhas descobertas e meus passeios por essa cidade que nunca dorme.