Fiquei tão encantada com o cheiro deste (anti-)perfume, “Standard” da Comme des Garçons” que tive que ir pesquisar que ingredientes constituem a fragrância. Em um dos sites que li, o aroma foi descrito como “igual ao odor do lápis recém apontado”. Dá pra ficar melhor que isso? Acho que só quando inventarem um perfume com cheiro de bolinha de tênis nova!
Nesse mês tem uma materinha minha especial sobre o Brooklyn na revista da Joyce Pascowitch. Clique aqui e veja a página 118! (Ah! E aproveite e veja a coluna NY na página anterior : )
O lugarzinho onde tomo café da manhã todos os dias parece um desfile de moda, onde todas as tendências da próxima estação podem ser identificadas.
Mas às vezes me pego confusa. E fica claro como é tênue a linha entre o totalmente-hip e o não-tenho-noção-alguma-de-estilo. Uma das bizarrices fashion que tenho visto cada vez mais aqui nas ruas de Williamsburg são os novos cabelos tingidos de grisalho. E os que misturam o branco-e-cinza com uma cor nas pontas.
Também fico em dúvida quando vejo looks com uma pegada “vim direto da aula de jazz”, com colants, sobreposições e misturas de cores. Mas depois de ver a mesma estranheza umas duas ou três vezes seguidas, fica óbvio que se trata da nova modinha do verão!
E a quem interessar possa, muitos rapazes aqui estão adotando o look Andy Warhol, com cabelo tigela pintado de branco. Bobear essa moda toda de cabelo branco foi inspirada nele, né?
Hoje o arquiteto Ludwig Mies van der Rohe está sendo homenageado na web. Ele faria 126 anos. Famoso por seu lema “menos é mais”, bobear Mies van der Rohe ia preferir uma comemoração mais discreta!
De mães de gêmeos idênticos, já tinha escutado histórias engraçadas de quando um dos bebês se olha no esepalho e fala o nome do irmãozinho. Mas como meus filhos são diferentes um do outro, achei que situações como essa não aconteceriam…
Agora que eles começaram a falar, uma coisa curiosa tem acontecido. Os dois, tanto o Otto quanto o Fred, acham que o nome deles é Otto. Passam o dia se chamando, Otto pra cá, Otto pra lá. Mesmo quando pergunto “Como fala Fred?” os dois respondem em coro “Otto!”.
Ainda não sei se é simplesmente porque “Fred” é um pouco mais difícil de falar ou se eles simplesmente se entendem como uma coisa só. Uma dupla que está sempre unida e por isso só precisa de um nome.
Não são o máximo essas bolsinhas-carteira do Alexander Wang? Achei uma alternativa muito cool para quem gosta das bolsas dele, mas prefere uma coisa, assim, menor e mais simples. Imaginei que seria perfeito carregá-la dentro da bolsona principal do dia-a-dia como carteira e, à noite, antes de sair para ir ao cinema ou jantar, usá-la como bolsa. A partir de US$ 195 na Barney’s (aqui).
Estou sonhando com um retiro espiritual. Um longo fim de semana meditando, alguns dias longe do computador, miniférias das funções diárias, um tempo para pensar, tranquila, isolada com direito a massagens… Ainda não sei se vai ser possível dar esta fugidinha, mas tenho pesquisado spas para a mente perto de Nova York.
Não deixa de ser uma boa ideia para quem está indo até a cidade para ver arte e fazer compras… Dois dias no finzinho da viagem para espairecer podem cair como uma luva antes de enfrentar avião, alfândegas, a marginal e a realidade outra vez.
Meus candidatos são esses aqui: (se alguém tiver alguma dica, deixe um comentário!)
Sexta-feira fui ao show da Marina Wisnik no SESC Pompéia. Acho que já sabia que ia gostar. Sou fã do trabalho do pai (Zé Miguel Wisnik) e da irmã dela (a estilista da marca GAROA, Iara Wisnik). Para quem estiver afim de escutar as músicas de Marina, a boa notícia: elas estão todas disponíveis na página dela no Facebook, basta clicar em BandPage.
Minhas favoritas do momento? Na Rua Agora, Dezesseis, Jardim de Inverno… Vai lá ouvir!
Essa dica faz ainda mais sentido para quem mora em casinhas pequenas… A idéia é assumir que não tem um closet espaçoso e usar araras charmosas no meio do quarto para guardar suas roupas. Olha o post que fiz no blog da GAROA.
Estou viciada. Desde que Homeland ganhou o Globo de Ouro de melhor seriado e Claire Danes, de melhor atriz na série, comecei a asssistir. É aquele tipo de trama que consegue deixar a gente curioso a cada novo episódio, sempre surpreendendo com os acontecimentos. A Claire, pra quem não se lembra, é a Juliet do filme Romeo and Juliet!
Os dois personagens principais são Carrie Mathison e Nicholas Brody. Ela é uma agente da CIA que sabe que há um ex-soldado americano trabalhando para terroristas nos Estados Unidos. Ele é o ex-soldado de quem ela desconfia. Sargent Brody, como Nicholas é chamado, voltou do Iraque convertido ao islamismo e tem vários traumas, o que faz a gente suspeitar dele junto com ela. Carrie, por outro lado, é bipolar e toma remédios dados a ela pela irmã médica. Agentes da CIA não devem ter distúrbios psíquicos e, por isso, ninguém sabe da condição dela… Enfim, uma trama super psicológica e altamente viciante!
Além de tratar do medo americano de terroristas, Homeland ainda consegue encaixar umas cenas supercalientes… Pra quem estiver em busca de uma série para chamar de sua, recomendo muito!!
Por misturar tradição com modernidade e se preocupar com a relação do passado com o futuro, o arquiteto chinês Wang Shu, de 48 anos, ganhou o principal prêmio da arquitetura ontem, o Pritzker. Shu agora se junta a um time que inclui Zaha Hadid, Paulo Mendes da Rocha, Luiz Barragan, Frank Gerry, Tadao Ando, Renzo Piano, Jean Nouvel e Eduardo Souto de Moura, entre outros, e foi o primeiro chinês a ganhar o prêmio. Gostei das imagens que vi do trabalho dele! Olha aqui:
Cheguei a Nova York no começo de 2007 para fazer um mestrado em História da Arte e... acabei casando. Sou mãe de dois menininhos gêmeos, Otto e Fred. Nas horas vagas, faço visitas guiadas de arte contemporânea para brasileiros em NY e desenho. Sou apaixonada por música, macarrão, banhos de mar e plantas. Aqui vocês acompanham minhas descobertas e passeios por essa cidade que nunca dorme.