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Regina Strumpf
3 de setembro de 2010, às 10:09

MEMÓRIAS RECENTES

por Regina Strumpf

A Carla Caffé é daquelas mulheres que atacam em todas as áreas e com muita competência.  Formada em arquitetura, desenha muito bem,  fez teatro e cinema.

Segundo o  site da Cosac & Naify: “Por quatro anos, editou no jornal Folha de S. Paulo a coluna semanal “Cidade nua”.

Seu trabalho Passagens, conjunto de desenhos de São Paulo, Nova York e Paris, foi exposto na IV Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. A série sobre São Paulo também ficou em cartaz na Pinacoteca do estado de São Paulo.

No cinema, trabalhou como diretora de arte nos longas-metragens Central do Brasil (Walter Salles, 1998), Bossa Nova (Bruno Barreto, 2000), ambos em parceria com Cássio Amarante, além do premiadoNarradores de Javé, de Eliane Caffé (2003). Também assinou materiais gráficos para os filmes Kenoma(Eliane Caffé, 1998), A Via Láctea (Lina Chamie, 2007) e Bodas de papel (André Sturm, 2006).

Sua primeira experiência no teatro foi ao lado de Antunes Filho, para depois integrar a Companhia de Ópera Seca. Fez, ainda, uma breve passagem pelo Teatro Oficina, dirigido por José Celso Martinez Corrêa.

Carla é autora dos livros Av. Paulista (Coleção Ópera Urbana; Cosac Naify e SESC edições, 2009) e São Paulo na linha, pela editora DBA (2000).”

Este é o currículo oficial, extra oficialmente é dona de um dos sorrisos mais fascinantes que eu conheço, casada com o lindo e competente Kiko Farkas,  mãe do Tom e da Clarinha. Ufa, não bastasse tudo isto veja os desenhos que estão  no Sesc Pinheiros, sobre as lembranças recentes de um Largo da Batata em Pinheiros, que não existe mais.  Importantíssimo para uma cidade que não tem memória.

Isto é só uma amostra,  por que o bonito é ver o painel inteiro, uma imagem seguida da outra, que deve ter uns 10m de comprimento.

Regina Strumpf
12 de agosto de 2010, às 09:08

MURAKAMI EM VERSAILLES

por Regina Strumpf

takashi murakami , artista japonês famoso pelas bolsas que fez para a louis vuitton, inaugura exposição nova no palacio de versailles, na frança. são 22  peças instaladas pelo palácio sendo que 11 foram criadas exclusivamente para a exposição. se vc vai para paris não perca, eu adoro!!! inaugura em setembro e vai até dezembro.

murakami-em-vesailles1

certamente estão querendo revitalizar versailles. primeiro houve uma grande restauração, depois o filme da sofia coppola – marie antoinette – acho que  primeiro filme que foi permitido rodar dentro do castelo.  no ano passado , ou retrasado, jeff koons fez uma grande exposição lá.

maurakami-em-versalles-2

takashi pertence a uma nova geração de artistas pop, pós warhol, do time do jeff koons e do damien hirst entre outros. turma do ame ou odeie.murakami-em-vesailles2

segundo murakami –  ”para os japoneses, o château de versailles é um dos grandes símbolos da história ocidental. ícone de elegância, sofisticação e ambição artística. centro do fim da monarquia e detonador da revolução francesa.

para nós tem a mesma mística que a história dos samurais tem para os ocidentais. é como um reino de fantasia. foi como tentei passar nesta exposição.  eu sou o gato risonho que recebe alice no país das maravilhas. com meu sorriso maroto convido todos para wonderland of versailles”

murakami-em-vesailles3

para se encantar com murakami e com versailles restaurado.

Regina Strumpf
2 de agosto de 2010, às 10:08

falando sobre tecidos

por Regina Strumpf

outro dia dei uma entrevista para o site da revista casa & jardim falando sobre decoração. não dá para esquecer que por metade da minha vida trabalhei, entre outras coisas, com tecidos. segue o vídeo onde divido com o francisco calio algumas  dicas e sugestões sobre como usar cores, tecidos e texturas.

Regina Strumpf
19 de julho de 2010, às 14:07

f para falso

por Regina Strumpf

amo ou odeio; é assim que geralmente se referem ao damien hirst, o inglês que ficou famoso e muuuuuuiito rico.

no ano passado ele resolveu, num lance bem ousado, colocar toda sua coleção em leilão. faturou mais de 200 milhões de dólares! seus críticos diziam que ele ia se queimar, desvalorizar sua obra, etc… bom, não só vendeu tudo como os valores de suas peças só aumentam. eu particularmente adoro, claro que atualmente não dá para comprar e está hipervalorizado. mas gosto da ousadia de quem fez sucesso serrando no meio vacas, tubarões e carneiros e vendendo-os dentro de um tanque de formol – physical impossibility of death in the mind of someone living, por exemplo. damien hirst trouxe um novo pop com suas gravuras de remédio, os quadros de bolinhas – spot paintings – ou o que imita um brinquedo que espalha tinta em formato circular – spin paintings.

agora se você quer comprar as obras de outro damien hirst, navegando no sucesso do primeiro… ele dá suas obras, de graça, uma por dia no seu blog, mais o custo de correio. eu ainda não consegui nenhum, porque está sempre sold out.

acho legal como discussão: por que um vale U$ 1 mi e outro U$ 1 ??

seu perfil segundo ele mesmo: i am an unknown artist from an unknown country, living an unknown life in an unknown village, trying to infect our planet earth with the true love for art.

i am not the famous damien hirst. i am damien hirst the artwork. this is not a fraud. this is a work of art.

damien hirst - fake -em sentido horário; o próprio, não sei o nome verdadeiro; an artwork a day, este é de 19 de julho;for the love of paris forever; watercolos ; trinity

damien hirst - fake -em sentido horário; o próprio, não sei o nome verdadeiro; an artwork a day, este é de 19 de julho;for the love of paris forever; watercolos ; trinity

escolha seu damien!

Regina Strumpf
28 de junho de 2010, às 15:06

imperfeições

por Regina Strumpf

esta é uma parte do texto que escrevi para a revista da beach&country:

com as máquinas ficando mais e mais eficientes, computadorizadas, tecnologias a laser… e, portanto, gerando produtos mais perfeitos, fica a imperfeição como uma qualidade humana.

artesanato - poltrona betsey - as, ana strumpf para micasa

artesanato - poltrona betsey - as, ana strumpf para micasa

no design e arquitetura surgem peças com a preocupação da não perfeição, de não serem monótonas nem cansativas, de mostrarem que, mesmo sendo frutos da tecnologia industrial, elas têm um toque de ‘mão na massa’, de artesanal.

design com artesanato:tapete azul diesel . last supper- studio job - tapete-kiki-van-eyjek

design com artesanato: diesel - tapete azul . last supper - studio job . tapete - kiki van eyjek

alguns lançamentos na última feira de milão, como da inglesa ”established & sons” – uma das melhores atualmente, que, aliás, é do marido da estilista stella mccartney –, vem seguindo esta filosofia. o nome já remete ironicamente a um lugar clássico, só falta o ‘by appointment’, como eram ou são chamados os lugares onde a rainha da inglaterra compra. o estande, no fuori salone, era inteiro desconstruído, todo despencado em madeira crua, meio favela, meio irmãos campana, e ela representa alguns dos melhores designers atuais. trabalhos de jasper morrison, sebastian wrong, maarten baas, grupo front ou studio job exploram a idéia da imperfeição ou mesmo da simplicidade, de formas e materiais, do design sem design. formas tão simples que parecem que são da época em que design não era chamado design, mas sim uma mesa, uma cadeira e uma luminária.

aqui no brasil destaco o óbvio dos campanas, as peças zanine de zanini, cadeiras e luminárias do rodrigo almeida, e a nova linha do marcio kogan, ‘próteses e enxertos’, que sai garimpada diretamente dos canteiros de obra, customizada com detalhes sutis para as casas modernas, com muita ironia e bom humor.

design com imperfeição:mesa -beach&country . droog chest of drawers . gaveteiro - marcenaria trancoso - mesa - maarten baas

design com imperfeição: mesa - beach&country . droog - chest of drawers . gaveteiro - marcenaria trancoso . mesa - maarten baas

no japão, o conceito de elegância através da imperfeição tem o nome de wabi sabi, que significa a beleza que mora nas coisas imperfeitas e incompletas, emocionais e quentes. leonard koren, no seu livro waba sabi for artists, designers, poets & philosophers, coloca a seguinte lista de qualidades do que é o conceito: assimetria, textura, simplicidade, modéstia, intimidade, e o que parece ser resultado de um processo natural. estes atributos, que parecem descrever somente estéticas do design, podem e devem ser aplicados como um bom guia de qualidade de vida. esqueça o arranjo perfeito; simplesmente coloque as flores num vaso como se tivesse acabado de colhê-las no jardim. a estante de livros não deve estar milimetricamente arrumada; um pouco de bagunça mostra que realmente os livros foram lidos. móveis de madeira e de couro, quanto mais marcados e usados, mais bonitos são, com história para contar. infelizmente ainda não sei como aplicar estas regras em nós – principalmente as mulheres. quem sabe ainda vai chegar um tempo em que não vamos mais querer a perfeição estética. que simplicidade, assimetria, texturas e marcas virem qualidades e sejam valorizadas! quem sabe um dia, se nos permitirmos…”

“nothing we see or hear is perfect. but right there in the imperfection is perfect reality”

shunryu suzuki

Regina Strumpf
13 de junho de 2010, às 10:06

casinha de boneca

por Regina Strumpf

quando eu era pequena – acho que todo mundo –  sempre desenhava a mesma casinha; quadradinha, telhado triangular vermelho, uma porta, duas janelinhas com cortina e uma lareira saindo fumaça…

quando vi o prédio novo da vitra, show room na alemanha, de suas peças de design, me lembrei destes desenhos. o projeto da dupla suíça herzog & de meuron é nesta linha da simplicidade, onde está toda a beleza, com cinco andares de casas de vidro sobrepostas.

herzog &de meuron é a dupla que, provavelmente, vai fazer um centro cultural na cracolândia em são paulo, se os arquitetos brasileiros xenófobos permitirem.

numa época de tanta tecnologia, laser, 3d, estética ascética, linhas puras ou orgânicas, dá prazer ver uma arquitetura de linhas simples, que parece normal e acessível.

showroom da vitra na alemanha dos arquitetos herzog&demeuron

showroom da vitra na alemanha dos arquitetos herzog&demeuron

navegando numa maré anti zaha hadid , karim raschid e frank gherry –  design e arquitetura estilo the jetson. gosto do visual  aparentemente anti tecnológico, não que isto seja um defeito, mas numa idéia de que o produto apesar de ter  alta tecnologia, a forma é simples. já falei sobre isto e o melhor exemplo é o i-pod.;  quatro botões mágicos que surgiram quando nos  controles remotos normais, quanto mais botões, luzinhas e barulhos tinham, mais “modernos” eram.  apesar de só usarmos as mesmos quatro teclas.

the jetsons - a familia; elroy, judy, george, jane, cachorro astro e a rosinha embaixo.

the jetsons - a familia; elroy, judy, george, jane, cachorro astro e a rosinha embaixo.

momento saudade não tem idade – minas e leitores jovens: os jetsons era um dos desenhos favoritos da minha época. uma família do futuro. tinha a judy, o marido george – meio bobão –, a filha jane, o filho elroy – meio gênio, meio nerd – astro, o cão e a rosinha, que era a empregada robô. sonho de consumo de qualquer família atualmente. a cidade dos jetsons era totalmente zaha hadid, tudo redondo ou com “formas orgânicas”, com casas nas nuvens e carros voadores.

Regina Strumpf
31 de maio de 2010, às 19:05

reflexos sobre o rio

por Regina Strumpf

o francês jean nouvel, um dos maiores  arquitetos do mundo, inaugurou o prédio 100 11th, no chelsea, em ny. tem uma vista incrível  do rio hudson, sobre o chelsea pier, com direito a pôr do sol,  lua e skyline. além disto, o prédio visto de longe parece um mosaico, em vários tons de prata, que vai mudando de tom conforme a luz do dia. quando vamos nos aproximando, dá para ver que este efeito se deve às esquadrias. elas não só têm diversos tamanhos de quadrados e retângulos como também são colocadas em  ângulos ligeiramente diferentes umas das outras provocando os reflexos.

o prédio, de vidro e aço, tem um complexo projeto de engenharia. possui 1.650 janelas colocadas em posições diferentes sobre a superfície arredondada do prédio. coisa de gênio! não é a toa que ele ganhou o prêmio pritzker de arquitetura em 2008. só vendo dá para entender. assim sem mais palavras, fica a sugestão para quem quer comprar um cantinho em nova york.
visto de longe de dia e de noite...

visto de longe de dia e de noite...

...100, 11st visto de perto

...e o 100, 11th, visto de perto

show por dentro e por fora...para a lista do eu quero.

show por dentro e por fora...para a lista do "eu quero".

Regina Strumpf
13 de maio de 2010, às 22:05

design de mau humor

por Regina Strumpf

bati a cabeça e fui parar no hospital para costurar a testa. foi bem feio. coisa de mulher que acha que pode tudo. resolvi pendurar um quadrão bem grande, sozinha… resultado, despenquei da escada de cara no chão!!! me dá tanto mau humor me olhar no espelho que por isto resolvi azedar e colocar só coisas feias que eu vi esta semana.

1 – na feira de shangai , agora em maio 2010,  tinha pavilhões de vários países. destaque para a holanda que se chamava    ” happy street” ,  mas que na minha tradução é – os jetsons compram uma casa num condomínio de praia dentro da disney.

os jetsons em férias na disney

os jetsons em férias na disney

segundo o designer john kormeling , uma passarela em forma de 8 – numero chinês da fortuna.  na cor laranja, – cor símbolo da holanda, que circula como uma pista de skate em volta de 26 casinhas. uma salada só. me lembrou muito um parque de diversões na água que estaciona todo ano em ubatuba:

2 –  nova exibição abre esta semana na moss, uma das melhores lojas de design em ny. entre os designers os   campana brothers,  que lançam objetos com design digno de figurar nos novos filmes do zé do caixão – sorry ao meu querido genro e diretor de cinema dennison ramalho.

chamada de licenças poéticas, a nova coleção foca no uso de novas formas, processos e métodos.  se é que se pode chamar de novas formas objetos  recheados de aranhas e serpentes!!!

para a casa do zé do caixão ou para cenário de "um drinque no inferno" do tarantino.

para a casa do zé do caixão ou para o cenário de "um drinque no inferno" do tarantino.

3 – em milão uma série chamada spaziales,  alguns móveis de estrutura de madeira, embrulhados  em tecido strecht , que podem ser trocados entre si, em cores bem fortes, roxo, pink, azulão.  uma cadeira, estante e uma cômoda é a linha de  lançamento  da dupla italo/chinesa lanzavecchia + wai,  no fuori sallone .  alem de não ser nenhuma novidade, existe uma cadeira bem interessante neste mesmo sistema, a campanha é de muito mau gosto.

cansei, sem legenda...

cansei, sem legenda...

pronto, vocês decidem: é mau humor puro ou resultado da pancada na cabeça??? outra coisa, uma curiosidade, para que serve esta feira de shangai???

Regina Strumpf
5 de maio de 2010, às 11:05

swarovski – twinkle, twinkle…

por Regina Strumpf

swarovski para mim sempre foi um mistério, sinônimo de bichinhos de cristal de gosto bem duvidoso, que se trazia de presente para a avó ou tia. de repente, virou uma febre! e aí foi cristal para toda parte, puxador de armário, pia de banheiro, chão de vidro com cristais embaixo, paredes e portas cravejadas!!! fala a verdade… ninguém merece ou precisa de uma pia cheia de cristais, a não ser o liberace (minas abaixo de 30 pesquisem) ou a hebe.

por outro lado desde 2002 eles brilham em milão no swarovski crystal palace – sempre com os melhores designers, arquitetos e estilistas. já passaram por lá nomes como gaetano pesce,  ingo maurer, laurene e constantino boym, naoto fukasawa, basso&brooke, tom dixon, tord boontje e studio job entre outros. muitos deles transformados em clássicos que já foram copiados e copiados e estão presentes em todas as casa cor do brasil…

este ano as instalações foram dos designers tokujin yoshioka, yves behar, gwenael nicolas e rogier van der heide. é preciso entender que o foco não são só os brilhos óbvios. além da criatividade, eles investem muito em experimentação, inovação e, principalmente, em tecnologia. tanto que muitos lustres que foram lançados nas feiras se tornam peças únicas, não comerciais, devido à tecnologia única e cara.

cada designer recebe um espaço único, que separa e coloca em destaque cada instalação.

stellar – tokujin yoshika:  numa evolução de seu trabalho anterior, venus, onde uma cadeira ia se cristalizando dentro da água – como a deusa vênus, que nasceu das águas, ou como uma açucar candy.  stellar é um globo de 1m de diamêtro  encrustrado com 10 mil cristais, iluminado por 600 leds. ao lado. outro globo suspenso num grande tanque/cubo de água onde as pedras vão se cristalizando  naturalmente… o que? como? também não entendi…

stellar - que nem açucar candy

stellar - que nem açucar candy

amplify – yves behar: adorei este! uma série de lanternas simples de papel, como as japonesas, em seis diferentes formatos de cristais iluminadas por um  cristal, que reflete os raios formando desenhos nos papéis. o foco de yves, na contramão da imagem swarovski,  foi o preço acessível e sustentável. cada luminária é feita de papel reciclado e um cristal central é iluminado por um led somente. mas é bonita a sala formada por vários deles.

amplify - lindo! o bonito são várias juntas.

amplify - lindo! o bonito são várias juntas.

sparks – gwenael nicolas: imaginei um espaço sem gravidade, disse o designer. são duas salas diferentes – numa balões cheios de gás hélio flutuam com um cristal no centro de cada, iluminados por  baterias com led.  cada balão tem 2.4m de diâmetro e foi desenvolvido com a tecnologia da nasa para serem os mais finos e transparentes possível. como num sonho, os balões flutuam e emitem pequenos raios. na outra sala um “colar” de 10m de comprimento iluminado  por leds, programados para fazer a luz correr ao longo dele.

sparks - lindo colar...

sparks - lindo colar...

dream cloud – rogier van der heide: ele fez uma instalação dramática num espaço todo preto forrado de tulipas negras, onde milhares de cristais, pendurados um a um, flutuam no ar e são iluminados por uma fonte de luz externa em cores que mudam de tom.

dream cloud - cenário do harry potter

dream cloud - cenário do harry potter

adorei os nomes e todos são lindos de ver, parecem saídos de um  cenário de avatar ou harry potter… mas, na realidade, o que eu colocaria na minha casa seria o do yves behar, pela singeleza e simplicidade.

ah! para terminar, acho que a najda swarovski, que cuida do crystal palace, podia levar um papo com o pessoal de criação das lojas, vocês não acham!?

Regina Strumpf
21 de abril de 2010, às 00:04

design sexy

por Regina Strumpf

design pode ser sexy? nika zupanc, está em milão no superstudio piu, na zona tortona,  com sua nova exposição – gone with the wind - e prova que sim,  com suas peças sensuais e  sexys.

a mostra da designer slovena é dentro de um pavilhão em forma de  casa de bonecas  coberta de cata ventos.  sua inspiração vem de personagens do arquétipos femininos.  Este ano com scarlett o´hara, personagem do –  e o vento levou – e  o ano passado com  a exposição -  i will buy the flowers myself – aonde homenageia mrs. dalloway, personagem de virginia woolf.

os nomes das coleções são ótimos!!!!

são móveis, brinquedos, luminárias e objetos de decoração,  com formas sinuosas, em cores suaves como rosas, amarelos e toques de preto .  eu adorei a luminária em forma de cereja preta e o sofá rosa com laço preto nas costas. praticamente um chanel…

Você tem alguma peça, ou dica, de design sexy? mande  para as minas, vamos olhar ouvindo – i´m too sexy -

luminaria de nika zupanc -cherry light-

luminaria de nika zupanc -cherry light-

milão 2010 - gone with the wind - sofá, berço "sexy baby", bandejas e mesinhas laterais

milão 2010 - gone with the wind - sofá chanel, berço "sexy baby", bandejas e mesinhas laterais

milão 2009 - i will bye flowers myself - coleção de móveis mrs dalloway, prato aquecido, aberto e fechado, como um pó compacto e  luminárias lolita.

milão 2009 - i will bye flowers myself - coleção de móveis mrs dalloway, prato aquecido, aberto e fechado, como um pó compacto e luminárias lolita para moooi.

Regina Strumpf
11 de abril de 2010, às 18:04

mudanças e memórias

por Regina Strumpf

sumi, né? se ninguém notou vou ficar muito triste… mil desculpas por não ter escrito por tanto tempo, mas estava administrando a tristeza e 350 caixas. mudamos de casa – a linda casa que construímos e moramos por dez anos! grande coisa, hein! mas é difícil. a mudança foi tão lenta e demorada, que, como disse a fafá – minha filha loura –, a casa praticamente nos expulsou.

hoje, já instalada e caixas desmontadas, estamos nos adaptando a um espaço menor, o que resultou numa intimidade bem maior, para o bem e para o mal… a gente passa o dia se trombando, procurando coisas e dando caneladas nos móveis. mas estamos muito bem, com uma vista maravilhosa para o pôr-do-sol, que compensa o fato de termos passado de uma casa para um apartamento.

e fico pensando o que sinto mais falta da casa – além dela ser linda – penso na primavera branca que está carregada, na jabuticabeira que parecia um graveto e está enorme, dando muita fruta, e na vista do meu escritório para a parede coberta de heras e vejo que tudo que me faz mais falta eu posso levar para onde eu for.

mudanças são boas para limpar, editar e diminuir o que acumulamos.  tenho certeza que ainda vou plantar outras jabuticabeiras, primaveras e heras e que a casa era uma casca – o que é importante é o que colocamos dentro dela e como colocamos, de preferência com muito afeto.

vista do escritório com a parede de heras - jabuticabeira

seguem imagens das minhas  memórias da casa e ” i´m back”

Regina Strumpf
28 de fevereiro de 2010, às 18:02

little art

por Regina Strumpf

quando pequenos, brincamos com mundos em miniatura – carrinhos, bonecos, cidades de  lego, casinhas de bonecas, joguinhos de chá, panelinhas… quando crescemos, estes mesmos brinquedinhos viram coleções que todos adoram.

por que será esta fascinação com coisas pequenas? conheço colecionadores de mini cadeiras, bonequinhos da disney, mini louça de porcelana ou murano, casinhas de bonecas que são verdadeiras obras de arte e aposto que ninguem deixa os filhos brincarem com elas.

a fascinação atinge o cinema, a tv e a literatura – com alice de lewis carrol, quando toma as poções de encolher e crescer, nas viagens de gulliver, na história de jack e o pé de feijão, com o gigante, e no seriado que já foi famoso, há muuuiiito tempo – que se chamava terra dos gigantes.

eu também fico fascinada por artistas que trabalham com miniaturas. aqui no brasil temos os ótimos de janete musatti – que usa objetos em tamanhos reais em contraste com miniaturas fabricadas. nelson lerner, que faz os fantásticos mapas com mini stickers de cartoon como mickey, piu piu,  meninas superpoderosas…

jeanete musatti - página do livro de miniaturas, lançado reentemente.

jeanete musatti - página do livro de miniaturas, lançado reentemente.

os que usam ocasionalmente, como o vik muniz que fez uma alice toda de brinquedinhos de plástico, e o efraim de almeida, que na última sp arte fez uma parede de insetos em madeira maravilhosa. pena que eu não tenho a imagem completa…

nelson lerner - imagem da campanha da vodka absolut - detalhes de uma aplicação de stickers - objeto de desejo, um mapa mundi de stickers.

nelson lerner - imagem da campanha da vodka absolut - detalhes de uma aplicação de stickers - objeto de desejo, um mapa mundi de stickers.

entre os estrangeiros, a argentina liliana porter com umas mini esculturas a la jeanete, muito bem humoradas.

liliana porter -blue fabric - human labor - black rope.

liliana porter -blue fabric - human labor - black rope.

as intervenções urbanas, em fotos de slinkachu – little people in the city -, o design do belga dimitri vangrunderbeek em colaboração com d&alab para produzir um lindo aparador com dobraduras de aço com miniaturas de bonecos.

slinkachu- imagens do livro - little people in the city -  com intervenções urbanas de miniaturas. mexendo com as proporções

slinkachu- imagens do livro - little people in the city - com intervenções urbanas de miniaturas. mexendo com as proporções

aparador

dimitri vangrunderbeek - aparador em colaboração com d&alab

mas como dizem os filósofos – nada é grande ou pequeno em si, a não ser quando  comparados a outra coisa.

Regina Strumpf
13 de fevereiro de 2010, às 10:02

enjoy the ride

por Regina Strumpf

manned-cloud - o zeppelin parace uma linda e grande baleia branca.que tal ir na contra corrente de viagens cada vez mais rápidas e aproveitar.  como dizem os livros de auto ajuda – o importante é a jornada e não o destino…

cem anos atrás nada era mais chic viajar de zeppelins, tinha voos entre paris e rio de janeiro! mas com o desastre do hindenburg, que explodiu no ar, e  o surgimento dos aviões a jato como opção, e as viagens de navio, o zeppelin se viu rebaixado a sobrevoar jogos em estádios com o logo goodyear ou para passeios turísticos sobre grandes atrações, como gran canyon, no colorado ou monterey bay, na california.

agora os zeppelins voltaram, aproveitando o embalo da sustentabilidade – com a economia de gasolina – e muito mais seguros, com upgrade no design. firmas como boeing, airship inc, aeros corp – americanas – world skycat – inglesa – estão investindo na volta do zeppelin para voos comerciais.

jean marie massaud – designer francês – criou o manned cloud para a francesa onera. um novo conceito em airship. um hotel no ar com cabines luxuosas e instalações espaçosas, que parecem uma grande baleia branca. o grande barato é voar baixo, com vistas maravilhosas da terra, dando a volta ao mundo em 3 dias!

manned-cloud-os interiores com cabines, restaurantes e lounges.

reserve sua passagem! este ano já vai ter voo. programa para quem tem muuuito tempo ªo que significa muuuuito dinheiro!)

enjoy the ride!!!!

Regina Strumpf
30 de janeiro de 2010, às 14:01

code live – arte e tecnologia

por Regina Strumpf

code live é um evento de arte com instalações em novas tecnologias na emily carr university of art and design em vancouver.
paralelo as olimpíadas de inverno, que será em fevereiro, a exposição tem como tema  conectar, criar e colaborar.

mais de 40 instalações de artistas de diferentes partes do mundo, entre eles raquel kogan representando ela mesma, vai exibir mo_ving, uma video-instalação que esteve no Transitio México e no Sesc Pompéia. apesar de brasileira o governo não dá apoio nenhum. mas isto já é outra história…

situada no centro da granville island, a emily carr university, tem uma grande reputação de inovação em artes e tecnologia. no code live 2  os trabalhos focam em participação, exploração e pesquisa. nesta exposição interativa todo o campus vai ser ocupado por experiências inter conectadas e o espaço ao redor da universidade, terá uma serie de intrigantes experimentos desenvolvidos pelo code.lab que vai discutir  como a tecnologia cria dialogo e participação e as questões – quem está sendo observado e quem observa? os meus favoritos

dune 4.0: studio roosegaarde (netherlands) – instalação de um jardim com milhares de fibras óticas que se iluminam com o movimento e som das pessoas.

code-dune

artificial moon: wang yu yang, curated by li zhenhua (china) – uma lua artificial criada a partir de caracteres chineses suspensa na paisagem.

code-artificial-moon

vested: don Ritter (Canada) – visitantes encontram uma tela enorme de 12m, com imagens de museus, prédios públicos, antigos e museus  famosos.  um casaco militar está pendurado num pedestal, quando vestem a roupa, as pessoas passam a fazer parte da projeção, sempre iliuminados por um foco verde.

code-vestedwe are stardust: george legrady (Canada) –  uma instalação com que usa sensores infravermelho que conecta em tempo real a audiência com o espaço com vistas do céu de 2003 até hoje.

code-glegr-web-syst

ECO ART:

mo_ving: Raquel Kogan, curated by Claudio Rivera-Seguel (Brazil/Chile)

code-moving-rk

sucesso  raquel!!!


Regina Strumpf
20 de janeiro de 2010, às 17:01

uma cadeira é só uma cadeira…

por Regina Strumpf

“desenhar uma cadeira é mais difícil do que projetar um arranha céu”, dizia  mies van der rohe, um dos arquitetos da bauhaus, que pregava que a forma segue a função. mies também é pai de uma das cadeiras mais bonitas já feitas até hoje, a barcelona.

já sabem que eu gosto, e muito, de design. quando a monica figueiredo, editora da revista licia, pediu  que eu escolhesse 100 cadeiras e escrever sobre o assunto,  foi muito difícil… que dúvida… que responsabilidade…

editei o artigo e coloquei só as minhas top 10 de hoje, por que amanhã… tudo pode mudar! e com certeza esqueci de muitas cadeiras.  se quiserem ver todas as selecionadas comprem a revista, edição nº 3, hehehe…

no alto a direita, no sentido horário:

no alto a direita, no sentido horário: cadeira caruaru amarela de marcelo rosembaum para micasa, cadeira plywood preta , simplicidade em madeira de joaquim tenreiro, cadeira setu lançamento da herman miller, clay laranja de maarten baas, cadeira emeco desenvolvida para a marinha dos eua, cadeira amarela no quadro de van gogh, lizz de piero lissoni em tecnopolímero vermelho, linda a lcw de charles eames e a juliana de aristeu pires.

fui olhar em casa as cadeiras que tenho. bom, as minhas cadeiras da sala de jantar não têm design nenhum e são pesadas. dia sim, dia não, meus filhos reclamam delas. mas é o lugar onde mais conversamos e onde, quando o dudu cozinha com os amigos, ficamos horas na mesa batendo papo. e no sítio… não são nem cadeiras, são aqueles bancões de madeira. para quem fica no meio é uma tortura sentar ou levantar. e, mais uma vez…é naquela varanda, debaixo das mangueiras, ao lado do fogão de lenha, já fizemos almoços inesquecíveis que duraram horas.

portanto, se você tem uma família legal, bons e queridos amigos, às vezes uma cadeira… é só uma cadeira.

Regina Strumpf
6 de janeiro de 2010, às 22:01

novo ano novo

por Regina Strumpf

depois de um fim de ano gostoso na praia vermelha, sem tv, sem iluminação artificial na praia, caminhadas as sete da manhã para fingir que a praia deserta é só minha! que mais podemos querer? reinventar a vida. que tal!

a próxima década, apesar do fracasso da cop na dinamarca, será sem duvida da sustentabilidade. assim vou começar o ano com um objeto de desejo para uma vida  carbono zero: a mosquito bike, uma bicicleta elétrica da toto design criada por dois designers alemães; tom mudra e hans tobias.

além de linda, leve-  feita de uma liga de cromo e aço-  é movida por uma bateria de lithium – que é baratíssima de recarregar – para compensar os  4 000 euros – e chic.  já pensou se todos pudessem só andar de bicicleta ou mosquitos nas ruas de sp? sem poluição nem transito! sonhar é bom…

mosquito eletric bike - toto design

mosquito eletric bike - toto design

deixo aqui um novo-ano-novo para todos e um protesto:  contra a proibição, na cop, da entrada das ongs nos debates. políticos não gostam de serem contestados por quem sabe do assunto.

Regina Strumpf
25 de dezembro de 2009, às 10:12

tim burton no moma

por Regina Strumpf

 "the art of tim burton"; ilustrações para o personagem edward scissorhands - johnny deep - e o índice do livro.

"the art of tim burton"; ilustrações para o personagem edward scissorhands - johnny depp - e o índice do livro.

quem não foi na exposição do tim burton no moma, pelo menos entre no amazon já,  e se dê de presente, você merece! a ana não sabe mas ela trouxe para mim de ny!!!

é maravilhoso, são 40 anos de material que nunca foi pensado em ser exposto; notas; guardanapos; ilustrações; personagens de seus filmes, etc…tudo acompanhado de um lindíssimo projeto gráfico e depoimentos de atores que trabalharam nos filmes. o material foi selecionado por seus amigos e colaboradores, que sempre pressionaram tim burton a expor  todo este acervo.

ele, assim como fellini, desenhava todos os  personagens de seus filmes; edward scissorhands, beetlejuice, alice no país das maravilhas (seu ultimo sucesso ainda não  lançado), noiva cadáver, marte ataca, big fish e batman returns entre muitos outros. aliás o melhor do batman de tim burtons são, como sempre, os personagens bizarros como o pinguin, a mulher gato e o coringa. o batman bom  é o último, do c. nolan.

personagens de alice; the red queen - helena bonham carter - mulher de tim burton; the mad hatter - johnny depp. personagens de batman returns mulher gato - michelle pfeifer e  penguin - danny devito

personagens de alice; the red queen - helena bonham carter - mulher de tim burton; the mad hatter - johnny depp. personagens de batman returns mulher gato - michelle pfeiffer e penguin - danny devito

seguem pequenas amostras do livro, que aliás é um tijolaço,  430 páginas. só os corajosos trazem na bagagem.

aquarelas e um cartão de aniversário.

aquarelas e um cartão de aniversário.

foi muito difícil escolher sómente algumas ilustrações, tem muita coisa boa, eu adoraria ter um na minha parede.

bjos a todos e um ótimo 2010!

Regina Strumpf
9 de dezembro de 2009, às 13:12

5 livros – lista de natal

por Regina Strumpf

adoro listas! vou começar com uma de interesse pessoal – os cinco livros que eu gostaria de ganhar de natal. hehehe! além de colocar mais um post, ainda dou sugestões para mim mesma. se bem que qualquer um pode usar minha lista!!!

afinal sou muito generosa. segue a lista:

sem ordem de preferência: 50 vestidos que mudaram o mundo; louis vuitton: art, fashion and architectural;

sem ordem de preferência: 50 vestidos que mudaram o mundo; louis vuitton: art, fashion and architectural; the private world of yves saint laurent and pierre berge; sister parish - a mãe da decoração ; hue de kelly wearstler - a nova queridinha da decoração

e mais uma sugestão que eu vi na t magazine “woman as design: before, behind, between, above, bellow”. interessante; o texto diz  que normalmente associamos design com coisas – cadeiras, sapatos, acessórios – do que com o corpo, neste caso o feminino. explora a inspiração das formas voluptuosas femininas  no design –  desde a garrafa de coca-cola, o ford mustang, até a arquitetura de zaha hadid. a capa, eu achei feia, mas dentro tem imagens bonitas. vamos pagar para ver?

woman-as-design

Regina Strumpf
6 de dezembro de 2009, às 17:12

cozinha de lego

por Regina Strumpf

é incrível como a lego conseguiu se reinventar e sair do buraco. a fábrica de brinquedos escandinava que já distraiu muitas crianças- os meus por exemplo- e pais também – nós por acaso- estava a um passo de falir e de repente ela está com tudo; de tocador de  i-pod, roupas e relógios de castelbalzac, acessórios de cabelo no desfile do marc jacobs, kits com a famosa  fallingwater-house  do frank lloyd wright, etc…tudo isto já apareceu nas antenadas minas de ouro. procurem…

novos produtos lego

novos produtos lego

agora é lego na decoração. a dupla chamada munchausen, formada pelos designers franceses simon pillard e philippe rosetti, fizeram uma cozinha básica na ikea e depois passaram dias forrando o balcão com 20 000 peças de lego.

bancada feita com 20 000 peças de lego!!!!!!!!!!

bancada feita com 20 000 peças de lego!!!!!!!!!!

espero que a lego tenha patrocinado, por que não é nada barato. por outro lado que delícia ficar dias brincando de lego…até a google já prestou sua homenagem a lego nas suas vinhetas.

banners da google, tocador de i-pod e entradas usb de lego.

banners da google, tocador de i-pod e entradas usb de lego.

Regina Strumpf
3 de dezembro de 2009, às 21:12

consumo&arte

por Regina Strumpf

somos uma sociedade de consumo, não podemos negar. como resolver isto numa nova era ecológica/anticonsumo?  minha sugestão; vamos gastar nosso suado dinheirinho em coisas mais duráveis.  investir em arte!

ah vão dizer, mas é besta né.  não sou. quer coisa melhor do que gastar em arte!?

bonito;  todo mundo – pelos menos os amigos – podem apreciar – o que é democrático.

durável;  ninguém joga fora, no máximo vende ou dá.

e ainda pode virar um mecenas;  descobrir um novo andy warhol, jeff koons,   francesco clemente ou  damien hirst todos artistas da gagosian…

gagosian-store

fachada da gagosian store, madison ave, 988.

o colecionador e galerista americano, foi considerado, pela revista inglesa art review -  o maior businessmen de arte do mundo – e sabe como ele começou? vendendo posters na ucla, em los angeles aonde estudava. que tal?

existem gagosian gallery em los angeles,  londres,  roma, atenas e 3 em nyc. a da rua madison, 988, em ny,  abriu uma gagosian shop  para vender seus artistas em preços mais acessíveis, e nem tão acessíveis assim!  têm desde posters e camisetas a  partir de  U$ 20 até U$ 8 000 por um vaso de cachorrinho do jeff koons.

detalhes do interior da gagosian store

detalhes do interior da gagosian store

e tem mais, nem comprar precisa,  ficar só olhando é um grande prazer!!!!

alguns produtos; poster da cindy sherman; livro de eric serra; vaso de flores de jeff koons; quadro e escultura de damien hirst assim como a camisata de borboletas.

alguns produtos; poster da cindy sherman; livro de richard serra; vaso de flores de jeff koons; quadro e escultura de damien hirst assim como a camisata de borboletas.

aqui no brasil tem várias galerias investindo em obras com preços mais acessíveis;  monica filgueiras com o livro em edição limitada da monica vendramini e a ultima exposição do fernando ribeiro;  baró cruz e renato de cara na mezanino com jovens artistas; e a choque cultural com seus grafites são alguns exemplos.