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Sofia Costa Pinto

23 de novembro de 2011, às 19:11

BOTÕES EM BERLIN


por Sofia Costa Pinto

Estou em Berlin e ontem, andando por Kreuzberg eu descobri uma das lojas mais lindas que já vi na vida! É tipo a loja da Fanstástica Fábrica de Chocolate só que ao invés de doces vende botões.

E para rememorar o filme aí vai um trecho!


Sofia Costa Pinto

18 de novembro de 2011, às 00:11

SOBRE ARTE CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA


por Sofia Costa Pinto

Eu acabei de passar um mês em Lisboa, uma experiência maravilhosa. Fui expor dois trabalhos, um deles em parceria com a artista Inês Moura. Foram duas exposições coletivas, uma em Lisboa e outra em Montemor-O-Novo. Tive a sorte de conhecer pessoas muito especiais e entre um almoço e outro constatei um fenômeno curioso. Os brasileiros não sabem (quase) nada sobre arte em Portugal. Não que Portugal seja uma grande potência nas artes mas mesmo assim dá vergonha. Dá vergonha perceber que os artistas portugueses em geral, conhecem pelo menos um pouco de arte brasileira, podem citar pelo menos uns 6 ou 7 nomes de artistas brasileiros; Hélio Oiticica, Lygia Clark, Vik Muniz e etc… eles conhecem um pouco. E a gente? Nada.

Ah! Estou falando das artes plásticas mas posso dizer que na música e no cinema acontece o mesmo, a literatura é um caso um pouco diferente. Não vou me aprofundar em pensamentos para tentar explicar esse fenômeno, deixarei-os para as mesas de bar, para as teses de antropologia e para os artigos de revistas intelectuais. Combinei comigo mesma que eu sairia de Portugal conhecendo um pouquinho mais a arte contemporânea portuguesa. Fiz uma lista com cinco nomes, sim apenas cinco e já estou me achando super à frente. Helena Almeida, Joana Vasconcelos, João Penalva, Miguel Palma, Pedro Cabrita Reis. Eu não escolhi esses artistas por que gosto especialmente do trabalho de cada um deles. Alguns eu gosto muito outros nem tanto mas uma coisa é certa, é necessário conhecer esses nomes. Equivale mais ou menos à conhecer Lígia Pape, Beatriz Milhazes, Nuno Ramos, Cildo Meireles e Ernesto Neto deles. É uma comparação completamente estúpida mas quero pelo menos dar uma ideia do peso desses artistas. (Tá bem? Sem drama!)

Helena Almeida, 1934. Vive e trabalha em Lisboa. A notícia mais recente que temos sobre ela é que a Tate Modern em Londres acabou de comprar a série de fotografias “Pintura Habitada” feita pela artista nos anos 70. Os trabalhos de Helena Almeida são em sua maioria fotografias mas ela não é fotógrafa, ela sempre está nas fotos e em muitos casos ela intervém com pintura sobre as fotos. Seus trabalhos são fotografias mas ela é fotógrafa-performer-pintora.

Joana Vasconcelos, 1971. Vive e trabalha em Lisboa. A comparação do trabalho de Joana Vasconcelos com o da Beatriz Milhazes é ao mesmo tempo absurda e perfeita. Joana gosta da mistura de cores vivas. Seus trabalhos são instalações, muitas feitas em crochê e bordados. As vezes esses “bordados” são feitos também com objetos. Sinceramente não sou grande fã de seu trabalho mas gosto muito do colar de bóias que Joana fez para a Torre de Belém em Lisboa. Não se assustem com o site dela que é horroroso!

João Penalva, 1949. Vive e trabalha em Londres. Penalva tem uma história de vida bem interessante, artista multi-talentos, ele é português embora more em Londres desde os anos 70. Antes de ser artista plástico Penalva foi bailarino, dançou com com Pina Baush (não é brinquedo, não!). No início de sua carreira Penalva estava mais dedicado à pintura, nos seus trabalhos mais recentes tem utilizado técnicas variadas mas sempre há uma presença de narrativa muito forte, quase sempre tem textos, palavras criando situações onde as pessoas são levadas a seguir uma narrativa sem perceber que são elas mesmas que estão criando-as. Confuso? Só vendo.

Miguel Palma, 1964. Vive e trabalha em Lisboa. Miguel Palma nessa lista talvez seja o menos conhecido mundialmente provavelmente por ser mais novo… não sei. Mas os trabalhos do Miguel são bem bonitos. Ele trabalha com instalação, tem uma fixação por máquinas, aviões, carros, barcos e engenhocas. Tem algo que nos faz lembrar brincadeiras de menino mas tudo isso em grade escala. Brincadeira de menino grande.

Pedro Cabrita Reis, 1956. Vive e trabalha em Lisboa. Pedro Cabrita Reis é com certeza o mais megalomaníaco dessa lista e talvez de todos os artistas portugueses. Acho que é o que tem um estilo menos definido, faz várias coisas de vários jeitos diferentes. Instalação com luz, pintura, escultura minimalista, escultura em concreto, tijolo. Não quer saber vai fazendo. Para mim, seu nome sugeria um cara pequeno magrelo mas é o oposto, é figura é muito forte, tem um que de Hitchcock em sua aparência. O escritor português António Lobo Antunes escreveu sobre Cabrita Reis logo, não faz o menor sentido eu ficar falando muito mais sobre ele. Quem quiser leia aqui

Sofia Costa Pinto

14 de novembro de 2011, às 20:11

DIVA: SANDRA NKAKÉ


por Sofia Costa Pinto

Apresento-vos aqui a minha mais nova descoberta em termos de Diva. Chama-se Sandra Nkaké, cantora franco-camaronense: uma voz linda, uma presença de palco fenomenal, um penteado staile, um corpo gostoso e por aí vai… Procurei coisas dela no youtube mas confesso que o youtube não está tão generoso com ela. Por isso vai primeiro uma música linda que dá para sacar bem a potência da moça e em seguida um video tosco de youtube mas que mostra bem o suingue e a presença de palco. Tks God.

Sofia Costa Pinto

3 de novembro de 2011, às 15:11

DIANE ARBUS NO JEU DE PAUME


por Sofia Costa Pinto

200 fotos de uma das mais importantes fotógrafas do século XX podem ser vistas em Paris no Jeu de Paume até o dia 5 de fevereiro.

Diane Arbus é umas das minhas fotógrafas favoritas e seus portraits são absolutamente lindos, intrigantes e ambíguos. A exposição foi inaugurada há duas semanas mas ainda está bem cheia de gente. Quem puder esperar para ir ou pelo menos evitar os fins de semana poderá curtir melhor.

Dedique atenção especial à sala dos portraits dos deficientes mentais que ela fez logo antes de seu suicídio em 1971 aos 48 anos de idade.

O Jeu de Paume fica na Place de la Concorde ao lado do Jardin de Tulleries uma visita ao Jeu de Paume seguido de uma ida ao Musée de l’Orangerie onde estão os painéis “Les Nymphéas” do Monet não cairá nada mal. Recomendo. Mesmo com chuva dá para curtir Paris.

Sofia Costa Pinto

24 de outubro de 2011, às 15:10

PASSEIO COM LIMONADA E DESIGN


por Sofia Costa Pinto

Uma tarde em Lisboa? Eu sugiro um passeio no Jardim Botânico, seguido por uma paradinha no quiosque cor de rosa na Praça do Príncipe Real para uma limonada com queque (o muffin dos portugueses, favor não confundir com Queca!!!! Uma palavra vulgar para denominar transar!) e em seguida uma visita às lojinhas do bairro. A minha preferida foi a Design Store, uma loja bem bonita com várias coisas de design de super bom gosto!

Me apaixonei pela linha de móveis CUT Furniture assinada pela portuguesa Mariana Costa e Silva. São móveis feitos em MDF pintado de vermelho de montar! Parece de brinquedo! Lindo!

Sofia Costa Pinto

7 de outubro de 2011, às 09:10

SILENCIO CLUB


por Sofia Costa Pinto

David Lynch acabou de abrir em Paris o Silencio Club. É uma réplica do clube Silencio do filme Cidade dos Sonhos (Mulholland Dr. 2001). Eles reproduziram os espaços, as mobílias, o palco com as cortinas de veludo vermelhas, tudo idêntico ao filme. Aliás as mobílias são bem lindas! É um clube fechado para sócios até meia noite, entende-se por sócios, convidados e pessoas que se interessem em pagar a bagatela de 780 euros por ano.  Ah! Mas se você for estrangeiro paga a pechincha de 420 euros por ano.

Mas como na verdade francês é super antipático a esse tipo de coisas muito exclusivas, afinal eles precisam manter o estilo politizado de esquerda que entende de moda e usa Lanvin, após a meia noite a entrada é liberada para a classe operária. Interessante. Se estiver procurando uma balada boa em Paris chega lá: 142 rue de Montmartre. Mesmo com essa pompa acho que vale a pena.  Se não gostar, fica a opção de subir para Social Club, uma balada dos mesmo donos que fica em cima do Silencio. Nada mal.

As lindas mobílias do Silencio.

Sofia Costa Pinto

28 de setembro de 2011, às 05:09

Ô LÁ EM CASA


por Sofia Costa Pinto

Achar uma bolsa que eu goste é uma missão quase impossível! Por isso, toda vez eu acabo postando aqui. Essas são da Cèline, minha querida amiga Carol Queiroz tem uma e eu estou aqui em Paris tentando me controlar… ah! Se eu não conseguir a Carol vai ter que me desculpar, bom gosto tem que ser imitado!

Sofia Costa Pinto

22 de setembro de 2011, às 12:09

DO YOU WANT LOVE OR LUST?


por Sofia Costa Pinto

Do you want love or lust é um trabalho do artista conceitual francês Claude Closky. Essa obra linda ele fez há mais de 10 anos, na época em que fazer coisas para web ainda era uma questão. Conheci ele na Bienal de Istambul e fiquei muito fã do trabalho dele. Esse trabalho foi feito pra o  Dia Art Foundation é assim como vários trabalhos dele é infinito. Cliquem, respondam e vejam que belezura!

Sofia Costa Pinto

8 de setembro de 2011, às 00:09

Ô LÁ EM CASA


por Sofia Costa Pinto

Lenço de seda parceria de Kanye West e George Condo na M/M Paris.

Sofia Costa Pinto

1 de setembro de 2011, às 16:09

CABELO RUIM


por Sofia Costa Pinto

Quando eu era criança a Cleuza que trabalhava na casa da minha mãe como cozinheira, babá, faxineira, jardineira, telefonista, cantora, porteira, office-boy, um dia me disse: “Você tem o cabelo ruim, que nem o meu.” Nessa época o maravilhoso mundo dos produtos para os cabelos cacheados ainda não estava muito desenvolvido e um Neutrox, um Yamasterol e no máximo um Aquamarine era o que existia de mais sofisticado. Por isso o meu cabelo era ruim. Hoje, tenho um mix de produtos que me ajuda no disfarce, mas isso é tão maluco que resolvi mostrar todos aqui.

CatWalk Curls Rock faz um cachos bem bonitões, super definidos mas pode deixar meio duro. Studio Invisi’fix é um dos poucos produtos que funciona também na “lisas”é um gel que define bem e não deixa aspecto de gel molhado, depois de uns dias dá a sensação de ressecar o cabelo. The Conditioner, tem um cheiro estranho, eles dizem que serve também como creme hidratante para o corpo (bizarro!) mas deixa uns cachos legais e a sensação de hidratados. Pantene Cachos Definidos, o melhor custo benefício com certeza!! Os cachos ficam bem legais mas as vezes deixa uns resíduos que parece caspa (eca!). Curly Clearly Defined versão gringa do Studio Invisi’fix, um pouco mais cheiroso. The Cream Paul Mitchell, o meu favorito por anos, faz uns meses que estamos nos estranhando mas de um modo geral deixa cachos legais, brilho bacana. Curly Dream Curls, bom para crespas não precisarem lavar o cabelo todo dia, bom para dias muito frios, passa no cabelo seco para dar uma ajeitada e redefinir cachos. Intense Curl Cream Moroccan Oil, deixa o cabelo brilhante, tem um cheirinho bom mas os cachos… fué.

Sinceramente? Não tem lógica, tem dia que um funciona e o outro não, tem dia que os cachos ficam legais tem dia que ficam medonhos. Mas semana passada cheguei em casa e o Juarez, o porteiro de meu prédio, falou: “Aê! Dona Sofia gostei do black!” Naquele dia ficou claro que os avanços tecnológicos na área de cosméticos me ajudaram bastante.

Sofia Costa Pinto

28 de agosto de 2011, às 19:08

SPACE INVADER EM SÃO PAULO: SAIBA ONDE!


por Sofia Costa Pinto

O Space Invaders é um jogo de videogame de 1978, sua primeira versão era um Arcade Game, ou seja, jogos feitos para aquelas máquinas que funcionam com moedas, normalmente colocadas em bares e restaurantes. No caso do Space Invaders, assim como do Pac-Man e do Street Fighter esses jogos tiveram adaptações para vários outros consoles e por isso ficaram mega conhecidos.

Mas tudo isso para falar que o artista francês, Invader veio para São Paulo por ocasião da exposição “De Dentro e de Fora” que está no MASP até 23/12. Invader faz os “bichinhos” do jogo Space Invaders com azulejos nas ruas do mundo. São lindos! Isso começou em Paris onde a maioria é feita com aqueles azulejinhos pequenos de mosaico. Aqui em São Paulo os que eu vi foram feitos com azulejo grandes.

Aqui eu já vi uns três, em geral não estou procurando e… tchan! Surpresa boa! Super bacana. Em Paris vi vários não sei se porque as vezes que eu fui para Paris eu tinha mais tempo de olhar para as coisas ou se por que lá ele fez mais de mil. Talvez seja pelos dois motivos…

Ouvi dizer que aqui  já destruíram vários, tá legal, faz parte da arte urbana essa efemeridade, faz parte também encontrar por acaso mas hoje eu achei um link no Google Maps que indica 17 dos 50 lugares que tem invasores, aproveitem a cola! Quem estiver em São Paulo abra os zóio antes que arranquem tudo.

Ah! E tem um site dá para matar a saudade e jogar um pouquinho.

Sofia Costa Pinto

19 de agosto de 2011, às 18:08

“I DONT’T LOVE IT, BUT IT WILL GROW ON ME”


por Sofia Costa Pinto

“I don’t love it, but it will grow on me” foi com essa observação que o logo da Nike foi aprovado pelo dono da empresa em 1971. A estudante americana Carolyn Davidson recebeu U$ 35 pelo trabalho.  O “swoosh” da Nike, não consegui uma boa tradução para essa palavra mas acho que todo mundo sabe do que eu estou falando, foi escolhido como o menos ruim entre as opções apresentadas. Passaram 40 anos e cá estamos com o mesmo logo, é bem impressionante.

Hoje o que vale mais na Nike é a marca. É a ideia Nike que tem valor e essa ideia é representada pelo logo, pelo “swoosh”. Tudo bem, eles ganham alguns bilhões de dólares todos os anos com a venda de material esportivo, conseguiram crescer investindo em futebol durante a Copa da África do Sul mesmo com a Adidas sendo a patrocinadora oficial. Sabe como? Enchendo de “swooshs” por todo canto, fazendo centro de treinamento, fazendo caridade, patrocinando jogadores locais mas no fundo o objetivo é simples espalhar o logo por todo canto. Próxima parada? Brasil. Putz vai ter “swoosh” para todo lado. Que medo.

imagens: imprint

Sofia Costa Pinto

4 de agosto de 2011, às 17:08

EXPOSIÇÃO ÍNDEX


por Sofia Costa Pinto

Esse sábado é a última chance pra visitar a exposição Índex, um projeto meu em parceria com Inês Moura e Juliana Froehlich. A proposta do Instituto Pensarte era que fizéssemos um trabalho com material encontrado num raio de 1500m tendo a galeria do instituto como centro. Passamos alguns dias andando, pesquisando e conhecendo a região, o Campos Elíseos. E o que aconteceu é que as coisas que encontramos não tinham como serem levadas para dentro de uma galeria pois são paisagens, postes, plantas, muros.

Essas duas fotos foram postadas no Instagram pela minha grande amiga Tata Pedrosa, acho que dá para vocês terem uma idéia do que se trata.

Catalogamos cada uma das coisas e colocamos plaquinhas, como as de museus em cada um dos pontos. Na galeria, você pega um mapa que te indica a posição das plaquinhas e te convida para uma caminhada. É um exercício do olhar, um convite a um passeio diferente pela cidade. Bom programa para esse sabadón.

Recomendo também a visita na Galeria Baró (alí do lado) para a abertura da exposição de Iván Navarro e Courtney Smith, também no sábado.

Índex
Inês Moura, Juliana Froehlich e Sofia Costa Pinto
Sábado, 06 de agosto de 12h até 17h
Alameda Nothmann, 1029 – Campos Elíseos

Sofia Costa Pinto

22 de julho de 2011, às 15:07

MULHER MELANCIA E MIRANDA JULY SUAS FOFAS


por Sofia Costa Pinto

O que a Mulher Melancia tem a ver com a Miranda July? Na minha cabeça maluca tem a ver. Resumindo são duas fofas malucas que admiro. Aproveitando que eu acordei tarde e não estou nem um pouco culpada por isso, me dei ao luxo de ficar flanando na internet.

Vi coisas que merecem ser compartilhadas: um video demente-fofo da artista americana Miranda July em que ela ensina a fazer botões e um video tosco-fofo em que a Mulher Melancia mostra como cuidar do “bumbum”. Boa sorte com os botões e com o “bumbum”!

Video demente-fofo da Miranda July

Video tosco-fofo da Mulher Melancia

Ambos da VBS.TV

Sofia Costa Pinto

18 de julho de 2011, às 00:07

FOLIE


por Sofia Costa Pinto

Imagina uns chocolates muito, muito bons! Umas embalagens mega fofas e umas misturas inusitadas tipo chocolate branco com sal e milho torrado ou chocolate meio amargo com manjericão e avelãs caramelizadas ou ainda chocolate ao leite com mel, crumble de gengibre e limão. Os chocolates podem vir em lascas ou crocs que são uns amontoadinhos de recheio coberto com chocolate. São simplesmente fantásticos. Isso é Folie.

Mas a novidade é que nesse fim de semana descobri que eles fazem também macarrons. Eu já disse aqui que amo macarrons, já disse também que os da Ladurée são, para mim, o melhores de Paris mas em São Paulo eu tive a felicidade de conhecer os do Folie!

Macarron de limão com flor de sal, de brigadeiro, de beijinho, de lichia com rosas. Dilícia!! Crocante por fora e molhadinho por dentro, muito gostosos. Hoje em dia tudo isso só por encomenda. Ouvi boatos de que abrirão um café pequeninho em Pinheiros onde vai dar para provar as delícias da Folie assim sem mais nem menos. Vamos esperar notícias! Uhu!

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