Com licença, Tammy…! Hoje vou “roubar” seu tema e falar de “Do It Yourself”, que os americanos tanto amam. (Abreviar é outra coisa ótima que os americanos adoram… cliquem aqui para um dicionário de “internet slangs”, as gírias da internet).
Inspirada pela Aninha, resolvi que estava na hora de eu ter um scrapbook – um livrinho de referências, rascunhos, imagens, fotos, pedaços de tecido e qualquer outra coisa que puder servir de inspiração. O scrap da Aninha é demais, uma versão não dramática do diário da Frida Kahlo, digamos assim. Cheio de cores incríveis.
Pois bem. Só que, em vez de fazer um livrinho ou caderno, eu queria um mural. Um lugar onde eu pudesse ver as referências sempre, todo dia. Para lembrar do que eu gosto e para aprender com o que acho bonito. Por isso resolvi que ia adquirir um, não sabia se de cortiça ou magnético… fiquei em dúvida.
Foi aí que resolvi DIM, “Do It Myself”. Peguei o tampo de madeira da minha ex-escrivaninha (que foi aposentada quando os meninos nasceram) e a caixa de ferramentas do marido. Olhei para os preguinhos e decidi pregar as coisas na madeira.
Acontece que eu queria um mural (e não um scrapbook) exatamente pra poder colocar novas imagens sempre que desse vontade. Lembrei dos meus clipes tipo borboleta e… voilà! Eis meu mural-scrapbook! Como eu estava ansiosa para usá-lo, dei uma olhada nas revistas The World of Interiors e em alguns catálogos de lojas que estavam aqui e pendurei um monte de coisinhas lá.
A dica? Inspire-se na Aninha (que se inspirou no designer egípcio Karim Rashid), tenha seu scrapbook. É muito gostoso!











