Tudo começou com o fim da gravidez, quando a pança extra large não permitia que eu saísse de casa… Primeiro foram as fraldas, depois o monitor para o berço e, até aí tudo bem. Depois veio obra de arte, sapato, planta e todas-as-coisas-que-eu-nunca-vou-comprar-mas-que-moram-no-meu-carrinho!
Era aí onde eu queria chegar. Que comprar online nos Estados Unidos é fácil, rápido, prático e civilizado, ok – a gente já sabe. Até as trocas e reembolsos são supersimples de fazer (as caixas já vem com um adesivo de devolução e caso você não goste do que comprou, basta deixar a caixa num posto de retirada do UPS). Mas o que mais me fascina no mundão virtual são os carrinhos. Hoje em dia, quando entro na Amazon, por exemplo, meu carrinho tem sempre uns 3, 4 itens, que foram parar lá na última vez em que naveguei.
Enquanto bisbilhoto as páginas, vou adquirindo (sem adquirir) tudo o que acho interessante, bizarro, necessário, bonito, barato… Até que, depois de um dia inteiro uma meia hora de navegação, percebo que não tô podendo comprar aquilo tudo e que, na verdade, estou atrasadíssima, precisando fazer mil coisas e… enfim, aquilo foi nada mais que um surto. Algo como um passeio pela Fifth Avenue, olhando todas as vitrines e conversando com a amiga sobre a distante possibilidade de, um dia quem sabe, comprar uma capa de chuva forrada de cashemere da Loro Piana.
Hoje, minhas compras literalmente virtuais foram na loja deliciosa de Makr Carry. Vai lá “comprar” também!!







marcas e preços, da esquerda pra direita:

