estréia hoje, no festival internacional de curtas de sp, ninjas, o novo curta metragem do meu marido, dennison ramalho. ok, não sou super fã do gênero terror, mas já assisti e achei muito legal, fiquei tensa os 20 e poucos minutos de duração e levei vários sustos (depois de véia, to começando a achar graça ficar com medo no cinema, pode? ). e não fui só eu que curti – o filme já ganhou prêmio de melhor curta (público) no fantasia film festival no canada, e melhor ator e montagem em gramado. muito chic, né? ninjas não é um filme de artes marciais, é sobre policiais assassinos no brasil. um deles mata um menino sem querer e o fantasma da vítima volta pra assombrá-lo. meda, ui! o resto só na telona, não percam, vale a pena!
algumas palavras do diretor:
“este filme não é um filme de protesto, nem um filme de denúncia.
é só um filme de terror.
não é um filme sobre o terror da realidade, fruto da opressão autoritária. é só um filme de terror, mesmo. do gênero terror.
não é um filme pra ser assunto de tese, não é um filme para sociólogo ver. é um filme pra fãs de filme de terror se deleitarem na orgia de pavor e atrocidades proposta.
esse filme não é um filme brasileiro de terror. é um filme de terror, brasileiro.
esse filme não quer ser colocado na prateleira do gênero “nacional” na videolocadora, mas, sim, na prateleira do gênero “terror”.
esse filme quer unicamente te atacar, e não tem a mínima intenção de te engajar em causa alguma”.



depois de ver essas imagens, vocês devem estar se perguntando, o que a ana – essa menina tão alegre, estampada e colorida - está fazendo com esse cara tão demente? uma vez um crítico de cinema falou o seguinte do denni: “the nicest guys makes the sickest movies” (os caras mais bonzinhos fazem os filmes mais doentes). e é a mais pura verdade, o meu marido é um doce, fiquem tranquilos.



