
e então finalmente, depois de duas semanas feito uma louca obcecada com o assunto bolhas de sabão, chegou o grande dia, será que a solução prestou? (prestooooou!!!) deu pra fazer bolha gigante com o bambolê? (deeeeeeu!!!) 18 litros de água com sabão foram o suficiente? (siiiiiiimmm!!!)
cheguei na seguinte fórmula para o líquido (caso alguém queira tentar em casa):
para cada litro de água destilada (preciosismo da minha parte, acho que dá para ser da torneira), uma colher de sopa de glicerina, uma colher de sopa de k-y (sério!! dá a viscosidade necessária às bolhas!) e um pouco mais de 100 ml de detergente de lavar louça.
esquenta um pouco da água do litro separado para as bolhas, até ficar quente, não precisa ser fervente, quente já está bom. mistura o k-y, até ele se dissolver totalmente na água.
depois, vai a glicerina, mistura tudo bem, o ideal, é numa garrafinha, que você pode ir virando gentilmente até tudo ficar bem misturadinho (mais ou menos umas 30 voltas).
adicione o detergente à essa mistura e repita a operação (cuidado nessa parte para não xacoalhar demais, é bom não fazer muita espuma, atrapalha)
por último, tira mais um pouco da água do seu litro e reserve, até a garrafa ficar pela metade. despeje a mistura de detergente-glicerina-k-y e depois complete com o resto da água que você reservou. misture bem do jeito gentil e tampe. deixe dormir por uma noite e pronto, é só usar!

p.s.: a mistura começa fraca e vai melhorando com o uso, não faço a menor idéia do porquê, se achar que mesmo assim ela está fraca, coloque mais detergente, ou mais glicerina ou mais k-y, sei lá!


para fazer a bolha gigante, a que o povo fica dentro, use um bambolê (revestido de barbante – é meio trabalhoso mas presta!). como recipiente, usamos um tipo de tubo sanfonado, de PVC flexível, que se encontra em casas de mangueiras e borrachas (aqui em são paulo, na florêncio de abreu), é usado como respiradouro de máquina de secar roupa ou de ar condicionado. cortamos o tubo ao meio e prendemos na terra com uns specks, esses de barraca, sabe? e por fim forramos com plástico. as primeiras não funcionam direito, mas com o tempo, a pessoa vai corrigindo velocidade e o manejo da mão, aliás, dica importante, tem que molhar a mão no sabão para ela não atrapalhar a película de sabão.

os aros de bolhão e as raquetinhas eu comprei na 25 de março, o melhor preço foi numa loja da barão de duprat, na mesma quadra da camicado, só que um pouco mais para frente, quase na esquina (não lembro o nome da loja, mas ela é bem chinfrim, de brindes tranqueira). para absorver melhor o sabão, vale a pena usar o barbante para encapar os arinhos. ah! e importante! não use lã, o resultado é muito inferior ao do barbante.


agora, para mães que quebram a cabeça com menus alternativos para festas infantis: acabamos fazendo uma mistureba de coisas que deu super certo. não foi 100% natureba e sem açúcar porque fica difícil de agradar gregos e troianos, mas fizemos algumas coisas fáceis e baratas, que foram o maior sucesso entre adultos e crianças:
- tortilha de batatas
- caponata (essa entre os adultos)
- pesto
- batata bolinha cozida com sal
- milho cozido
- tomate cereja com sal (pra molhar no pesto)
- ovo de codorna, muuuuito ovo de codorna (não adiantou o muito, acabou num segundo)
- uva sem semente
reparou que tem um tanto de comida em formato de bolinhas? é, vai saber, as crianças adoram uma bolinha. além dos tradicionais brigadeiros, beijinhos e etc… agora, o maior sucesso arrebatador de todos os tempos foi o gelinho, ou geladinho, ou chup-chup, depende da infância do leitor. fizemos uma batelada, de caju, maracujá, coco e uva. impressionante o que um suco num saquinho congelado pode fazer para a alegria de crianças e adultos.


não só as crianças se divertiram com as bolhas, no dia seguinte todo mundo acordou dolorido de tanto saracotear por aí com suas bolhas de sabão!
sdadaddddddddddddddd