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Posts marcados como ‘glenn ligon’

Marcela Paes
22 de março de 2011, às 20:03

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por Marcela Paes

Dei sorte na minha primeira visita ao Whitney Museum of American Art. Além do acervo super contemporâneo com obras de Ed Rusha e Robert Mapplethorpe, há duas mostras de artistas nova-iorquinos que são obrigatórias neste museu do Upper East Side.

A primeira é a exibição Modern Life: Edward Hopper and his time. Os quadros de Hopper, considerado o maior pintor do realismo americano no século 20, retratam situações cotidianas e dão uma ideia de como era os Estados Unidos nos depressivos anos 30 e nos bélicos anos 40. Os trabalhos, apesar de mostrarem o dia- a -dia, têm densidade e carga psicológica. As pessoas aparecem sempre solitárias e perdidas.
Composta por cerca de 80 quadros do pintor, sendo a maior parte deles do próprio Whitney, a mostra traz também obras de outros artistas das décadas em que os EUA enfrentou a maior recessão e a maior guerra de sua história.

AMERICA, de Glenn Ligon, é a segunda mostra do Whitney. Com obras que incluem pinturas , instalações e fotografias, o norte- americano debate, com viés contestador e irônico, questões como racismo e sexualidade na sociedade americana . O destaque vai para as pinturas feitas nos anos 60, com textos de personalidades como o escritor francês Jean Genet e o ator de comédias Richard Pryor. A série com antigos cartazes de escravos procurados impressiona pelas descrições preconceituosas. Além de ter trabalhos artísticos fortes, a obra de Ligon levanta questões antropológicas atuais.

As mostras do Edward Hopper e do Glenn Ligon vão até 10 de abril e 5 de junho, respectivamente.

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Gisela Gueiros
27 de setembro de 2009, às 19:09

passarela

por Gisela Gueiros

primeiro foi o meu muso inspirador, alex katz – leiam post aqui. agora, são os artistas julien smith, chris dorland, ryan mcginness, glenn ligon, billy sullivan e o vito acconci – todos em seus estúdios, estampando o novo catálogo da j.crew.

até a jornalista de arte do new york times, roberta smith, falou sobre o assunto! ela relembra o fato de que matthew barney foi muito criticado por ter sido modelo antes de virar o-artista-mais-cult-do-mundo e diz que, hoje, os artistas são pessoas mais acessíveis. “eles não fazem essas campanhas por dinheiro, mas, sim, por divertimento e, um pouco, para aparecer”, escreveu roberta. “legal mesmo seria se as aparições não fossem só de artistas homens”, criticou.

eu adoro a ideia de artistas como modelos e concordo com a jornalista do nyt – não deviam ser só homens. nem só a j.crew. e nem só os americanos. marcas brasileiras, vai aqui a sugestão…!

recently-updated104(os artistas em seus estúdios no novo catálogo da j.crew)

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