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Posts marcados como ‘jeff koons’

Clarice Reichstul
17 de maio de 2011, às 18:05

PSICODELIA DE PAPEL

por Clarice Reichstul

Tô psicodélica hoje… ahaha! Esse video faz parte de uma instalação da artista Jen Stark com trilha sonora do Dan Deacon. Ela é conhecida pelas suas esculturas de papel, completamente alucinantes, olha só:

E os desenhos que ela faz também são super coloridos e rebuscados, dá vontade de entrar dentro.

O site é uma loucura, tem tudo lá, inclusive outras animações.

sdadaddddddddddddddd
Clarice Reichstul
20 de janeiro de 2010, às 08:01

other criteria

por Clarice Reichstul

já pensou em ter uma toalha de praia estampada com uma obra do julian schnabel? ou mesmo do jeff koons? ou quem sabe uma mantinha de cashmere  criada pelo damien hirst? na other criteria você encontra tudo isso e muito mais: posters, impressões mais baratas, jóias, roupas e acessórios criados por artistas consagrados, cujo trabalho não sairia por menos de algumas centenas de milhares de dólares.

mesmo sendo mais barato do que as obras originais, não é que a loja é  uma pechincha. mas tem coisas realmente mais em conta como camisetas e as tais das toalhas de praia. a sensação que dá é que é um pouco como as linhas de óculos, cosméticos e perfumes das grandes marcas como chanel, bvlgari e etc… o consumidor sente que tem um pouquinho do luxo e do glamour que essas marcas representam  pagando pouco. na other criteria a lógica é aplicada à obras de arte.

quem entrar no site da loja, vai perceber uma quantidade imensa de produtos criados pelo damien hirst. dá o que pensar, ehehehe!

p.s.: esse post é primo irmão quase gêmeo siamês de um post da regina sobre a gagosian gallery. só fui perceber depois de escrever, procurando links para os artistas no minas de ouro. como o enfoque é quase diferente, resolvi deixar, afinal, não é todo dia que a gente vê uma mantinha de cashmere do damien hirst por aí, né? ;ˆ)

sdadaddddddddddddddd
Regina Strumpf
3 de dezembro de 2009, às 21:12

consumo&arte

por Regina Strumpf

somos uma sociedade de consumo, não podemos negar. como resolver isto numa nova era ecológica/anticonsumo?  minha sugestão; vamos gastar nosso suado dinheirinho em coisas mais duráveis.  investir em arte!

ah vão dizer, mas é besta né.  não sou. quer coisa melhor do que gastar em arte!?

bonito;  todo mundo – pelos menos os amigos – podem apreciar – o que é democrático.

durável;  ninguém joga fora, no máximo vende ou dá.

e ainda pode virar um mecenas;  descobrir um novo andy warhol, jeff koons,   francesco clemente ou  damien hirst todos artistas da gagosian…

gagosian-store

fachada da gagosian store, madison ave, 988.

o colecionador e galerista americano, foi considerado, pela revista inglesa art review -  o maior businessmen de arte do mundo – e sabe como ele começou? vendendo posters na ucla, em los angeles aonde estudava. que tal?

existem gagosian gallery em los angeles,  londres,  roma, atenas e 3 em nyc. a da rua madison, 988, em ny,  abriu uma gagosian shop  para vender seus artistas em preços mais acessíveis, e nem tão acessíveis assim!  têm desde posters e camisetas a  partir de  U$ 20 até U$ 8 000 por um vaso de cachorrinho do jeff koons.

detalhes do interior da gagosian store

detalhes do interior da gagosian store

e tem mais, nem comprar precisa,  ficar só olhando é um grande prazer!!!!

alguns produtos; poster da cindy sherman; livro de eric serra; vaso de flores de jeff koons; quadro e escultura de damien hirst assim como a camisata de borboletas.

alguns produtos; poster da cindy sherman; livro de richard serra; vaso de flores de jeff koons; quadro e escultura de damien hirst assim como a camisata de borboletas.

aqui no brasil tem várias galerias investindo em obras com preços mais acessíveis;  monica filgueiras com o livro em edição limitada da monica vendramini e a ultima exposição do fernando ribeiro;  baró cruz e renato de cara na mezanino com jovens artistas; e a choque cultural com seus grafites são alguns exemplos.

sdadaddddddddddddddd
Gisela Gueiros
17 de novembro de 2009, às 12:11

circuito fechado

por Gisela Gueiros

rolou um pequeno auê no mundo das artes de nova york nas últimas semanas. tudo começou com o blogueiro tyler green, do modern art notes. depois de entrevistar a diretora do new museum, lisa phillips, green começou uma campanha contra o museu.

o blogueiro reclamava de uma exposição – que foi anunciada em outubro – em que o museu vai mostrar a coleção particular do magnata grego dakis joannou. a birra inicial surgiu porque o colecionador é também um dos patronos do museu, amigo da diretora e tem em sua coleção trabalhos do artista urs fischer – que está à mostra no museu neste momento.

urs fischer, por sua vez, é representado pela galeria gavin brown, também responsável pelos artistas elizabeth peyton, jeremy deller e steven shearer – que tiveram exposições no new museum recentemente.

para completar a polêmica, o artista jeff koons – que tem mais de 40 trabalhos na coleção de joannou – será o curador da exposição. ah! e não pára por aí… um dos curadores do new museum, massimiliano gioni, já trabalhou para o colecionador grego.

o assunto caiu na boca do povo de verdade quando o new york times publicou uma matéria na primeira página. passado o primeiro susto, a poeira começou a baixar. foi thomas campbell, diretor do metropolitan museum, que saiu para defender o new museum. educamente, ele lembrou a todos os zangados que o met não teria a incrível coleção que tem não fosse pela relação de troca entre museu e patronos. ele achou os julgamentos feitos ao new museum ‘muito puritanos’.

agora, parece que toda a mídía nova iorquina está pegando mais leve… eles lembraram da crise fincanceira e perceberam que o new museum está tentando ser criativo ao mostrar a coleção de joannou que, quer queira, quer não, é uma das mais importantes de arte contemporânea do país.

o jornalista jerry saltz, da new york magazine, lembrou que o moma fez em 2005 uma expo mostrando a coleção do banco ubs e destacou o fato de que a coleção de joannou tem trabalhos interessantíssimos que tratam de assuntos como sexo, morte, complexo de édipo e materialidade. ele recomenda que o new museum dependa menos do galerista gavin brown (para fazer suas decisões), mas diz que antes de criticar o museu, a gente deveria assistir à exposição – e só depois decidir o que achou.

a data da polêmica mostra – que fará parte da série the imaginary museum – ainda não foi divulgada, mas no fim todo esse auê funcionou como uma bela propaganda para o new museum. eu, pelo menos, não vejo a hora de ver esse show…

ps: para ler as matérias mencionadas acima na íntegra, clique nas palavras em negrito.

ps 2: curiosidade do mundo dos tablóides – jeff koons já foi casado com a atriz pornô cicciolina.

ps 3: tyler green continua bravo. e agora além de atacar o new museum, ele ataca também os jornalistas que o defendem.

desktop8(a fachada do new museum e trabalhos de urs fischer e jeff koons)

sdadaddddddddddddddd
Regina Strumpf
9 de agosto de 2009, às 22:08

verde de inveja

por Regina Strumpf

o verde certo acalma, refresca ou energiza. é a logocor da natureza, significa vida, harmonia e agora também da ecologia, com seus 3 erres: reduzir, reciclar, reaproveitar.
enquanto os tons pálidos, chamados de “sage” ou “fendi” ( é uma frescura este nome!), são chics, suaves, calmos e relaxantes, verdes néon ou limão são vibrantes, energéticos e transmitem a modernidade das cores irreais geradas por computador. o pistache ou água remetem ao estilo escandinavo, ou de william morris, que a usou muito no arts and crafts movement. as diferentes cores das folhas transmitem vigor, como uma floresta exuberante.

com tantos nomes diferentes; jade, esmeralda, garrafa, maçã, menta, oliva… é uma das cores mais versáteis e que aceita múltiplas combinações.

sage (seige) um ton de verde acinzentado, alguns chamam de kakhi ou green tea, agradável de conviver, quase um neutro, vai bem com cru,vermelho, rosa ou azul jeans. no sentido horário dois ambientes, em cima  paredes pintadas, "polder" sofá  de hella jongerius, poltrona "cartoon chair" dos campanas para lacoste, tecidos florais em verdes e crus, escultura de porcelana de barnaby barford.

sage (seige) um tom de verde acinzentado, alguns chamam de kakhi ou green tea, agradável de conviver, quase um neutro, vai bem com cru, vermelho, rosa ou azul jeans. no sentido horário dois ambientes com paredes pintadas. "polder" sofá de hella jongerius para vitra. poltrona "cartoon chair" dos campanas para lacoste, tecidos florais em verdes e crus, escultura de porcelana de barnaby barford.

musgo, oliva, folha, cores que trazem a natureza para dentro de casa. use em acessórios como um biombo, mesa de centro ou abatjour. uma cortina verde musgo de veludo é elegante e sofisticado. fica muito bom misturado com marrons. as estampas florais são relaxantes perfeitas para uma casa de campo.

musgo, oliva, folha, cores que trazem a natureza para dentro de casa. use em acessórios como um biombo, mesa de centro ou abatjour. uma cortina verde musgo de veludo é elegante e sofisticado. fica muito bom misturado com marrons. as estampas florais são relaxantes, perfeitas para uma casa de campo.

esmeralda, jade, bandeira são cores intensas e difíceis de conviver. se vc não for corajoso como o dono deste apartamento em ny, use em espaços público ou em acessórios. veja este banheiro, é surpreendente e bem humorado assim como a "stack drawer" de shay alkalay ou o puff truffle da italiana porro. já o brasileiro verde e amarelo sofre um certo preconceito por aqui, mas veja que bem usado, como esta parede verde com a cômoda de pátina amarelo ficou demais!

esmeralda, jade, bandeira são cores intensas e difíceis de conviver. se você não for corajoso como o dono deste apartamento em ny, use em espaços público ou em acessórios. veja este banheiro, é surpreendente e bem humorado assim como a "stack drawer" de shay alkalay ou o puff truffle da italiana porro. já o brasileiro verde e amarelo sofre um certo preconceito por aqui, mas veja que bem usado, como esta parede verde com a cômoda de pátina amarelo ficou demais!

os cítricos, limão, néon são jovens, tecnológicos, irreais. em sentido horário escultura de jeff koons em versailles, primeira vez que se faz uma grande retrospectiva de um artista comtemporâneo no castelo. instalação de yayoi kusama a dama japonesa das bolinhas, ambiente com tecidos da designers guild e yoga center em shangai.

os cítricos, limão, néon são jovens, tecnológicos, irreais. em sentido horário escultura de jeff koons em versailles, primeira vez que se faz uma grande retrospectiva de um artista comtemporâneo no castelo. instalação de yayoi kusama a dama japonesa das bolinhas, ambiente com tecidos da designers guild e yoga center em shangai.

apesar de tudo de bom, verde também é a cor da inveja, do ciúmes e da raiva…lembram do hulk? ele só ficava verde quando estava com muita raiva.
e só entre nós, fontes quentíssimas me disseram que os m&m verdes são afrodisíacos. experimente!

sdadaddddddddddddddd
Gisela Gueiros
9 de junho de 2009, às 23:06

celulose

por Gisela Gueiros

eu amo desenhos. muitas vezes eles funcionam como o pensamento do artista – um rascunho, um projeto ou a obra de arte em si. por isso, adorei a exposição que está em cartaz no moma. compass in hand mostra cerca de 300 trabalhos feitos sobre papel e a seleção inclui matthew barney, philip guston, elizabeth peyton, ellsworth kelly, neo rauch, robert gober, jeff koons, william kentridge e sol le witt – só gente boa! dá pra passar horas lá dentro sem nem perceber. recomendo.

essas obras, que faziam parte da judith rothschild foundation contemporary drawings, foram adquiridas pelo moma em 2005. a mostra fica em cartaz até 4 de janeiro de 2010 – tem tempo…!

recently-updated28-2(ellsworth kelly, william kentridge, philip guston, henry darger, jeff koons, jockum nordström, sol le witt, neo rauch, franz west e robert gober)

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