já existem de refrigerantes, snacks, cervejas, sorvetes, comida kosher (!), cigarros, e agora de … make-up.
as vending machines ocuparam shoppings, ruas, hospitais e aeroportos ao redor do mundo para vender através de moedas e empurrões botões os produtos no display. uma ideia quase que futurista quando lançada, e hoje um tanto quanto retrô.
mas, ao contrário de coca-colas que levam um baita tombo ou m&m’s que emperram no meio, o sample bar é um conceito que parece funcionar nos estados unidos. desde que foi lançado, o beauty vending machine de mini-produtos – tipo amostra – conquistou pela praticidade, rapidez e seleção de marcas consagradas.
para mulheres que são a) curiosas b) indecisas c) alérgicas d) jet-setters e) todas as anteriores o sistema é útil porque gastar 3, 5 ou 10 dólares em um creme-facial não é a mesma coisa que quebrar o porquinho para pagar o perricone.
mas, para aquelas que são maria-brindeiras, que vêem vantagem em pagar a viagem de primeira-classe para “ganhar” uma versão-anã de um body-lotion da l’occitane, ou que a maior emoção de sentar na primeira fila de um desfile é a sacolinha de pano “de graça”, os samples pagos não são grande vantagem. realmente, grandes eles não são, mas a vantagem de testá-lo antes ainda existe.

"no climbing on the vending machine"


