O Dia de Acão de Graças – o Thanksgiving – é levado muito a sério nos Estados Unidos. Certamente o feriado nacional favorito de muitos americanos. E como “em terra de sapos, de cócoras com eles”, a cada novo ano vivendo em Nova York, me envolvo mais com a festividade.
Por não ser religioso e não envolver troca de presentes, o Thanksgiving já é, naturalmente, um feriadão bem simpático e eu ainda não conheci americanos que não celebrem a data. A idéia é agradecer ao que temos e comemorar com muita fartura!
No começo, ainda meio desavisada, tentei convencer meu marido (americano) a desencanar de cozinhar perú e fazer um peixe de repente. Sem nenhuma demonstração de flexibilidade ele me explicou: “sem perú não é Thanksgiving”. Ao sair para o supermercado, dei aquela lembradinha nele “amor, não exagera muito… sempre sobra tanta comida!”. E de novo, levei uma aulinha “no Thanksgiving tem que sobrar!”.
Pois bem. O resultado foi uma festança muito americana com toques brasileirinhos feita para doze amigos brasileiros que moram em NY. Tivemos os clássicos thanksgivinianos perú, cranberry sauce, vagem, purê de batatas e… arroz e feijão! Todo mundo colocou a mão na massa. Para a entrada, Aninha Strumpf e eu preparamos uma super salada com abóbora assada (receita aqui) e para a sobremesa, Mariana Vieira fez uma deliciosa torta de maçã. E para a nossa sorte, ela trouxe brigadeiros também! : ) O Guga Chacra foi o responsável pelas bebidas – tinha até vinho libanês!!
Como boa brasileira americanizada que sou, já estou na contagem regressiva para o Thanksgiving do ano que vem. E, se voltar para o Brasil de vez, levo esse feriado comigo, sem a menor dúvida.


Os brigadeiros da Mari (foto gentilmente cedida pelo marido dela! : )



